Uso da transferência de embriões como método de controle da artrite encefalite caprina a vírus (CAEV): resultados parciais.

dc.contributorALICE ANDRIOLI PINHEIRO, CNPC
dc.contributorHEVILA OLIVEIRA SALLES FIGUEIREDO, CNPC
dc.contributorRAYMUNDO RIZALDO PINHEIRO, CNPC
dc.contributorAURINO ALVES SIMPLÍCIO, CNPC.
dc.creatorANDRIOLI, A.
dc.creatorSALLES, H. O.
dc.creatorPINHEIRO, R. R.
dc.creatorSIMPLICIO, A. A.
dc.creatorSOARES, A. T.
dc.creatorMOURA SOBRINHO, P. A.
dc.creatorSOARES, B. A.
dc.creatorSANTA ROSA, M. R.
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date1996-11-18
dc.date1995
dc.date2019-04-04T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-01T00:15:38Z
dc.description0 experimento teve como objetivo utilizar a técnica de transferência de embriôes como instrumento de controle da CAEV num rebanho de alto padrão genético. Foram utilizadas sete cabras da raça Saanen soropositivas para o vírus da CAEV e três cabras mestiças soronegativas como doadoras e como receptoras, respectivamente. O diagnóstico da CAEV foi realizado através do teste de imonodifusão em gel de agarose, obtendo-se comprovação da soronegatividade das fêmeas após três repetiçôes com intervalo de seis meses. Doadoras e receptoras tiveram o estro sincronizado com esponjas vaginais (11 dias) impregnadas com 60 mg de acetato de medroxiprogesterona, sendo aplicado 50 mg de cloprostenol no nono dia da sincronização. No mesmo dia iniciou-se a superovulação das doadoras com 9 mg de FSH, sendo realizadas seis aplicações, em doses decrescentes, com intervalo de 12 horas. As doadoras foram cobertas com reprodutor Saanen soropositivo para o vírus da CAEV. As coletas de embriões foram realizadas por laparoscopia ou por laparotomia entre o quinto e o sexto dia após a última cobertura. Após a avaliação os embriões foram submetidos a lavagem em 10 banhos com PHS acrescido de 0,4% de BSA. As doadoras apresentaram um total de 147 corpos lúteos (taxa de ovulação média de 21,0), sendo recuperadas 62 estruturas (taxa de recuperação = 42,2%). No entanto, 49 estruturas eram ovocitos e 13 embriões. Estes eram morulas compactas sendo 11 viáveis. Cinco embriões foram criopreservados e seis foram inovulados, a fresco, em três receptoras. Uma cabra tornou-se prenhe vindo a parir dois cabritos (macho e fêmea). Foi realizada a coleta do sangue desta receptora e suas crias uma semana após o parto, e repetida nas crias após um mês. Todos os testes tiveram resultados negativos, indicando que até então não houve a produção de anticorpos contra o virus da CAEV. Os cabritos devem ser ainda testados com três e seis meses de idade e maior número de crias, oriundas de doadoras soropositivas e receptoras soronegativas deverão ser obtidas para que a possamos comprovar que a transferência de embriões é efetiva no controle da CAEV.
dc.descriptionAnais da 10 Reuniao anual da Sociedade Brasileira de Transferencia de Embrioes, 1995.
dc.identifierARS Veterinária, Jaboticabal, v. 11, n. 2, p. 114-115, 1995.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/514170
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/400293
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectArtrite encefalite caprina
dc.subjectCAEV
dc.subjectControle
dc.subjectCaprino
dc.subjectDoença animal
dc.subjectArtrite
dc.subjectTransferência de embrião
dc.subjectGoats
dc.subjectGoat diseases
dc.subjectAnimal diseases
dc.subjectCaprine arthritis encephalitis virus
dc.subjectBrazil
dc.subjectEmbryo transfer
dc.subjectDisease control
dc.titleUso da transferência de embriões como método de controle da artrite encefalite caprina a vírus (CAEV): resultados parciais.
dc.typeResumo em anais e proceedings

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