Efeito da exploração florestal de impacto reduzido sobre a regeneração natural em uma floresta densa de terra firme no município de Paragominas na Amazônia brasileira.

dc.contributorELIANA HARUMI HIRAI
dc.contributorCLAUDIO JOSE REIS DE CARVALHO, CPATU
dc.contributorJOSÉ NATALINO MACEDO SILVA
dc.contributorJOÃO OLEGÁRIO PEREIRA DE CARVALHO, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA
dc.contributorWALDINEI TRAVASSOS DE QUEIROZ, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA.
dc.creatorHIRAI, E. H.
dc.creatorCARVALHO, C. J. R. de
dc.creatorSILVA, J. N. M.
dc.creatorCARVALHO, J. O. P. de
dc.creatorQUEIROZ, W. T. de
dc.date2012-10-03T11:11:11Z
dc.date2012-10-03T11:11:11Z
dc.date2012-10-03
dc.date2012
dc.date2015-04-08T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-06-30T23:34:44Z
dc.descriptionO estudo foi motivado pela escassez de informações sobre a sustentabilidade ecológica da exploração de florestas naturais, em áreas diretamente afetadas pela exploração. O objetivo foi verificar se há diferença florística entre a floresta não-explorada e áreas diretamente afetadas pela exploração, e entre anos pós-exploração, e averiguar a capacidade de recuperação natural da floresta, quanto à estrutura e composição florística anteriores à exploração. Avaliou-se a regeneração natural em três áreas exploradas em diferentes ocasiões (2000, 2003 e 2006), no período de sete anos, na Fazenda Rio Capim, no município de Paragominas, Pará. Os dados foram coletados em clareiras, ramais de arraste primário e secundário, pátio de estocagem e floresta remanescente da exploração, considerando indivíduos entre 2,5 e 10,0 cm de diâmetro. Calculou-se a abundância, índice de diversidade, equitabilidade, similaridade florística. No período de até sete anos após a exploração florestal de impacto reduzido, ocorreram marcantes alterações na composição florística e na abundância de indivíduos com DAP de 2,5-10,0 cm, principalmente nos ramais principais e pátios. Na floresta remanescente, a dinâmica, tanto de espécies quanto de indivíduos, ocorreu mais com espécies tolerantes à sombra, porém nas clareiras, ramais e pátios predominaram as espécies pioneiras. Nos pátios e nos ramais de arraste, o desenvolvimento das plantas foi muito baixo, não permitindo alta abundância de indivíduos com DAP maior que 2,5 cm. A regeneração natural nas áreas abertas pela exploração florestal, embora tenha sofrido influência da floresta remanescente, conta com poucas espécies de alto valor comercial. Portanto, sugere-se que devam ser aplicados tratamentos silviculturais pós-exploratórios para beneficiar mudas de regeneração natural (DAP = 2,5 cm) pré-existentes e sejam realizados enriquecimentos em clareiras para garantir estoque suficiente de espécies comerciais para futuras colheitas.
dc.identifierScientia Forestalis, Piracicaba, v. 40, n. 95, p. 306-315, set. 2012.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/935480
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/385144
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectEspécies arbóreas
dc.subjectAbundância
dc.subjectDiversidade de espécies
dc.subjectSimilaridade florística
dc.subjectTerra firme
dc.subjectParagominas
dc.subjectExploração Florestal
dc.subjectFloresta
dc.subjectAmazonia
dc.titleEfeito da exploração florestal de impacto reduzido sobre a regeneração natural em uma floresta densa de terra firme no município de Paragominas na Amazônia brasileira.
dc.typeArtigo de periódico

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