Avaliação da ocorrência de pragas exóticas de Eucalyptus sp, Glycaspis brimblecombei E Thaumastocoris peregrinus, e do bioagente exótico Psyllaephagus bliteus em três regiões de São Paulo no ano de 2013.

dc.contributorDAIANA ELISABETH DA SILVA MAFRA, UNIP; LUIZ ALEXANDRE NOGUEIRA DE SA, CNPMA; MARIA CONCEICAO PERES YOUNG PESSOA, CNPMA; CRISTIANE ALVES SARTORI, PUCCAMP; GANRIELA GONÇALVES MOREIRA, Paper do Brasil.
dc.creatorMAFRA, D. E. da S.
dc.creatorSA, L. A. N. de
dc.creatorPESSOA, M. C. P. Y.
dc.creatorSARTORI, C. A.
dc.creatorMOREIRA, G. G
dc.date2016-02-05T11:11:11Z
dc.date2016-02-05T11:11:11Z
dc.date2016-02-05
dc.date2015
dc.date2016-02-05T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T04:59:59Z
dc.descriptionResumo: As principais pragas de importância econômica em florestas de eucalipto são os cupins, saúvas e quenquéns, lagartas-das-folhas, besouros-de-folhas, brocas, coleobrocas e besouro-de-raiz. Além destas, pragas exóticas recentemente introduzidas no país vêm acarretando sérios danos, entre elas o psilídeo-de-concha Glycaspisbrimblecombei(Hemiptera: Psyllidae) e Thaumastocorisperegrinus(Hemiptera: Thaumastocoridae). O controle biológico de G.brimblicombeitem sido feito pelo parasitoide exótico introduzido, Psyllaephagusbliteus(Hymenoptera: Encyrtidae), que parasita preferencialmente ninfas de 3° e 4° ínstares; uma estratégia de controle biológico clássico. O monitoramento de G.brimblecombei,T.peregrinuse do parasitoide importado P.bliteusem 2013 foi feito em talhões de clones híbridos de eucalipto ?urograndis? em três regiões no estado de São PauloMogi-Guaçu/Brotas (Região 1), Luís Antônio (Região 2) e Altinópolis (Região 3). Essas regiões foram escolhidas para o monitoramento devido terem hortos florestais com ?urograndis? e com ataques das pragas. Neste monitoramento utilizou-se cartões-armadilhas-adesivas de coloração amarela. Os cartões foram posteriormente analisados em laboratório para a identificação e contagem dos insetos monitorados. No monitoramento da Região 1, realizado em 86 pontos monitorados, observaram-se 414 percevejos (maio a dezembro) e 19 psilídeos (julho a setembro). Na Região 2 o monitoramento foi realizado em 91 pontos registrando-se 1.761 percevejos (maio a novembro), 20 psilideos (julho a agosto) e 4 P.bliteus(julho a agosto). No monitoramento com 141 pontos da Região 3 foi observado 1180 percevejos (maio a novembro), 53 psilídeos (agosto e setembro) e 28 P.bliteus(agosto e setembro).
dc.identifierIn: CONGRESSO INTERINSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 9., 2015, Campinas. Anais... Campinas: IAC, 2015. 8 p.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1036262
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/476830
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectMonitoramento
dc.subjectThaumastocoris peregrinus
dc.subjectEucalipto
dc.subjectPraga de planta
dc.subjectPraga exótica
dc.subjectAmostragem
dc.subjectEucalyptus
dc.subjectPlant pests
dc.subjectPest monitoring
dc.subjectGlycaspis brimblecombei
dc.subjectPsyllaephagus
dc.titleAvaliação da ocorrência de pragas exóticas de Eucalyptus sp, Glycaspis brimblecombei E Thaumastocoris peregrinus, e do bioagente exótico Psyllaephagus bliteus em três regiões de São Paulo no ano de 2013.
dc.typeArtigo em anais e proceedings

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