Reação de genótipos de mangueira à infecção por Fusicoccum aesculis.
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O cultivo da mangueira no Submédio do Vale do São Francisco é um dos destaques no comércio externo do Brasil, gerando empregos diretos e indiretos. Dentre as variedades de mangueira, ?Tommy Atkins? é a que representa boa parte das exportações. As perdas pós-colheita é sempre uma grande preocupação para o exportador e importador da fruta. Uma das formas de controle consiste no uso de variedades e híbridos resistentes. Nesse sentido, o objetivo desse trabalho foi analisar a severidade de Fusicoccum aesculis sobre as variedades Espada comum, Keitt, Kent, Palmer, Tommy Atkins e o híbrido Roxa. As inoculações foram realizadas mediante deposição de disco de meio de cultura, batata-dextrose-ágar, contendo estruturas do patógeno sobre duas posições opostas na região equatorial da manga, mantido posteriormente por 24 horas em câmara úmida. No quarto dia após a inoculação, foram iniciadas as medições das lesões, durante quatro dias consecutivos, com uma régua milimetrada. Maiores lesões foram observadas no híbrido Roxa, o qual se comportou como muito suscetível, enquanto menores lesões ocorreram nas variedades Espada comum e Keitt. As variedades Palmer, Tommy Atkins e Kent foram moderadamente resistentes, diferindo do híbrido Roxa. As variedades Espada comum e Keitt foram resistentes, diferindo das demais
Palabras clave
Cultivo, Manga, Mangifera Indica, Resistência, Botryosphaeria dothidea
