Dinâmica da distribuição diamétrica de bracatingais na Região Metropolitana de Curitiba.

dc.creatorMACHADO, S. do A.
dc.creatorBARTOSZECK, A. C. de P. e S.
dc.creatorFIGUEIREDO FILHO, A.
dc.creatorOLIVEIRA, E. B. de
dc.date2011-04-09T15:58:03Z
dc.date2011-04-09T15:58:03Z
dc.date2009-07-24
dc.date2006
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T03:18:42Z
dc.descriptionO objetivo desta pesquisa foi estudar a dinâmica da distribuição diamétrica com relação à idade, em povoamentos nativos de bracatinga (Mimosa scabrella Benth.) localizados nos municípios da região metropolitana de Curitiba. Os dados utilizados provieram de um experimento de densidades iniciais, delineado em blocos ao acaso, constituído de cinco blocos e quatro tratamentos, perfazendo um total de 20 parcelas de 325 m2, as quais foram remedidas às idades aproximadas de 4, 5, 6 e 7,5 anos. A densidade inicial sofreu redução para 2.000, 4.000 e 8.000 árvores por hectare quando o povoamento tinha 1 ano de idade. Deixou-se também uma parcela-testemunha em cada bloco, as quais não sofreram nenhum raleamento e tinham em média 25.000 árvores por hectare. Desses cinco blocos, um estava localizado na classe de sítio I, 2 na classe de sítio II e 2 blocos na classe de sítio III. Paralelamente, foram medidos os diâmetros e as alturas de todas as árvores em 124 parcelas temporárias distribuídas nos vários municípios da região metropolitana de Curitiba, representativos de povoamentos de bracatinga sob regime tradicional de cultivo e manejo, cobrindo idades de 3 a 18 anos, e as três classes de sítio. Dentre as funções de densidade de probabilidade testadas por Bartoszeck (2000), a SB de Johnson foi a de melhor desempenho, sendo, portanto, utilizada para a estimativa do número de árvores por classe diamétrica e por hectare e conseqüente construção das curvas de distribuição diamétrica para as inúmeras combinações de idade, sítio e densidades disponíveis. Através da observação visual das curvas sobrepostas, evidenciou-se que essas apresentaram assimetria para a direita e achatamento (curtose), com o aumento da idade. As curvas foram, então, comparadas analiticamente entre si, pelo teste qui-quadrado, o qual revelou a existência de diferenças significativas entre as curvas de distribuição diamétrica em diferentes idades.
dc.identifierRevista Árvore, Viçosa, MG, v. 30, n. 5, p. 759-768, set./out. 2006.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/316107
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/430103
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectEstrutura diamétrica
dc.subjectEfeito da idade
dc.subjectBracatinga
dc.subjectMimosa Scabrella
dc.titleDinâmica da distribuição diamétrica de bracatingais na Região Metropolitana de Curitiba.
dc.typeArtigo de periódico

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