Produção e distribuição de biomassa de espécies arbóreas no Semi-Árido brasileiro.

dc.contributorMARCOS ANTONIO DRUMOND, CPATSA
dc.contributorISMAEL ELEOTÉRIO PIRES, UFV
dc.contributorVISELDO RIBEIRO DE OLIVEIRA, CPATSA
dc.contributorANDERSON RAMOS DE OLIVEIRA, CPATSA
dc.contributorIVAN ANDRE ALVAREZ, CPATSA.
dc.creatorDRUMOND, M. A.
dc.creatorPIRES, I. E.
dc.creatorOLIVEIRA, V. R. de
dc.creatorOLIVEIRA, A. R. de
dc.creatorALVAREZ, I. A.
dc.date2011-04-09T20:47:39Z
dc.date2011-04-09T20:47:39Z
dc.date2008-11-18
dc.date2008
dc.date2018-05-07T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T05:35:40Z
dc.descriptionCom o objetivo de avaliar a produção e distribuição de biomassa de algumas espécies arbóreas de múltiplo uso em condições de sequeiro do submédio do São Francisco, instalou-se um experimento no Campo Experimental da Caatinga da Embrapa Semi-Árido, Município de Petrolina, PE. Foram realizadas medições de altura e diâmetro à altura do peito (DAP) de 16 árvores centrais, em três parcelas de cada espécie: Leucaena diversifolia, Caesalpinia velutina, Caesalpinia coriaria, Mimosa tenuiflora e Ateleia herbert-smithii. A biomassa foi estimada com base na árvore de altura média de cada parcela, avaliando-se, separadamente, cada componente (folhas, galhos, cascas e lenho). A biomassa nos diferentes componentes arbóreos das espécies foi distribuída na seguinte ordem: folha<casca<galho<raiz<lenho, excetuando-se A. herbert-smithii, que produziu mais folha do que casca. A produção de biomassa total foi superior em C. velutina (51,6 kg ha-1), seguida por L. diversifolia (36,6 kg ha-1), A. herbert-smithii (26,4 kg ha-1), Caesalpinia coriaria (23,0 kg ha-1) e Mimosa tenuiflora (21,6 kg ha-1). Entretanto, a matéria seca foliar, que é o principal componente forrageiro das espécies, foi maior em C. velutina (3,7 kg ha-1), vindo em seguida A. herbert-smithii (2,8 kg ha-1) e C. coriaria (2,2 kg ha-1), L. diversifolia (2,0 kg ha-1) e M. tenuiflora (1,3 kg ha-1), representando, respectivamente, 7,2; 10,7; 9,5; 5,3; e 6,3% da biomassa total. C. velutina destacou-se por ser a mais produtiva, tanto como madeireira (lenho=30,8 t ha-1) quanto forrageira (folhas = 3,7 t ha-1), enquanto a M. tenuiflora foi a de menor potencial forrageiro.
dc.identifierRevista Árvore, v. 32, n. 4, p. 665-669, jul./ago. 2008.
dc.identifier0100-6762
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/161649
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/496034
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectForrageira arbórea
dc.subjectLeucena
dc.subjectEspécies arbóreas
dc.subjectSemiárido
dc.subjectBiomassa
dc.subjectPlanta Forrageira
dc.subjectEspécie Nativa
dc.subjectLeguminosa Forrageira
dc.subjectBiomass
dc.titleProdução e distribuição de biomassa de espécies arbóreas no Semi-Árido brasileiro.
dc.typeArtigo de periódico

Archivos