Taxas de serviço, concepção e prenhez de vacas Nelore tratadas com gonadotrofina coriônica humana e 17B-estradiol após a inseminação artificial em tempo fixo.
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Avaliaram-se estratégias para reduzir a mortalidade embrionária em bovinos. Vacas Nelore (Bos taurus indicus) foram inseminadas em tempo fixo (IATF - 'D IND. 0') após o protocolo GnRH/'PGF2 IND. a'/GnRH e divididas nos grupos: Controle (Gc; n=55), hCG ('G IND. hCG'; n=55) recebeu 3000 UI da hCG no 'D IND. 5' , 'E IND. 2' ('G IND. E2'; n=55) recebeu 5 mg de '17 IND. b'- Estradiol ('E IND. 2') no 'D IND. 12' e hCG/'E IND. 2' ('G IND. hCG/E2'; n=55) recebeu 3000 UI da hCG no 'D IND. 5' e 5mg do 'E IND. 2' no 'D IND. 12'. A 'IA IND. TF' foi o '1 POT. o' dia da estação de reprodução de 64 dias. Usou-se o teste do 'c POT. 2' para comparar as taxas de serviço (TS), concepção (TC) e prenhez à 'IA IND. TF' ('TP IND. IATF'), às IAs de repasse e acumuladas. A TS e a TC das IAs de repasse não diferiu (P>0,10). Houve diferenças nas 'TP IND. IATF' (P<0,05), pois a 'TP IND. IATF' do 'G IND. E2' (5,4%) foi a mais baixa e a do Gc (34,5%) e 'G IND. hCG' (36,5%) tenderam (P<0,10) ser maiores que a do 'G IND. hCG/E2' (18,2%). Não houve efeito da hCG sobre as taxas de prenhez. O 'E IND. 2' reduziu a 'TP IND. IATF' e ao final da estação as vacas que receberam o 'E IND. 2' ('G IND. E2' + 'G IND. hCG/E2') tiveram 'TP IND. acum' (66,4%) mais baixa (P<0,05) de que aquelas (80,9%) que não receberam ('G IND. C' + 'G IND. hCG'). Em conclusão, as estratégias adotadas de manipulação luteínica ou folicular não aumentaram as taxas de prenhez em vacas Nelore após uma 'IA IND. TF'
Palabras clave
Mortalidade embrionária, Gonodotropina coriônica, Animal, Bovino, Estradiol
