Indicações Geográficas de Vinhos Brasileiros.

dc.contributorJOAO CARLOS TAFFAREL, CNPUV; ANGELA ROSSI MARCON, Universidade Federal do Pampa (UFP).
dc.creatorTAFFAREL, J. C.
dc.creatorMARCON, A. R.
dc.date2026-05-02T12:30:49Z
dc.date2026-05-02T12:30:49Z
dc.date2022-06-14
dc.date2022
dc.date.accessioned2026-07-07T11:32:19Z
dc.descriptionO tema das Indicações Geográficas (IG?s) não é contemporâneo. Desde os primórdios na antiga Grécia (século IV), há relatos de produtos que fazem relação com o lugar de origem como os vinhos de Corinto, as amêndoas de Naxos, o mel da Sicília e o mármore de Paros, enquanto no Império Romano, sob o reinado de Augustus, eram conhecidas as tâmaras do Egito, o presunto de Gália, as ostras de Brindisi e o mármore de Carrara. Na Bíblia. existem relatos de proteção de produtos como o vinho em Gedi (Cânticos I, 14), o cedro do Líbano (Cânticos III, 19 e Reis V, 6) que utilizavam uma espécie de sobrenome para produtos de diferentes origens, onde esta qualidade e diferenciação eram reconhecidas pelos consumidores (BRUSH, 2011; HATCHUEL, 2018, BERTOZZI, 1995, VALENTE et al., 2012).
dc.format12 p.
dc.identifierBento Gonçalves, RS: Confraria do Vinho de Bento Gonçalves, 2022. p.153-164.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1144031
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/511479
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectIndicação Geográfica (IG)
dc.subjectVinho
dc.titleIndicações Geográficas de Vinhos Brasileiros.
dc.typeParte de livro

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