Fisiologia pós-colheita de frutas tropicais.
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Apesar do incremento na produção e na comercialização de frutas tropicais, in natura e/ou processadas, observado nos últimos anos, não vinha existindo correlação entre o aumento na produção e a geração de conhecimentos em fisiologia e bioquímica pós-colheita. Há pouco mais de dez anos, a Embrapa Agroindústria Tropical, juntamente com a UFPB e outros parceiros da região Nordeste, vem desenvolvendo estudos em fisiologia e bioquímica pós-colheita de frutas tropicais não tradicionais, os quais subsidiam atualmente grande parte das tecnologias utilizadas para sua colheita, pós-colheita e comercialização. Neste texto são abordados, de forma resumida, aspectos relacionados a alterações fisiológicas e bioquímicas durante a maturação e a pós-colheita de frutas tropicais na região, tais como acerola (Malpighia emarginata), abacaxi (Ananas comosus), banana (Musa ssp), caju (Anacardium occidentale), cajá (Spondias mombim), ciriguela (Spondias purpurea), graviola (Annona muricata), mangaba (Hancornia speciosa), pitanga (Eugenia uniflora) e sapoti (Manilkara achras).
Palabras clave
Pós-Colheita, Fruta Tropical, Fisiologia
