Efeito de fungicidas no crescimento Micelial de Neofusicoccum parvum isolado de manga.
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Descripción
A recente constatação de danos de Neofusicoccum parvum em mangueira requer métodos de controle. Dentre os métodos, o químico se destaca pela ação rápida na redução de infecções. Avaliou-se a eficiência de fungicidas na inibição do crescimento micelial de N. parvum. Os testes foram realizados em placas de Petri contendo batata-dextrose-ágar (BDA) mais fungicida. Os fungicidas foram previamente diluídos em dimetilsulfóxido (DMSO) a 0,1%. Os tratamentos foram: tiofanato-metílico (0,49 g i.a. L-1); oxicloreto de cobre (1,68 g i.a. L-1); metirame+piraclostrobina (1,375 + 0,125 g i.a. L-1); hidróxido de cobre; (0,807 g i.a. L-1); mancozebe (1,6 g i.a. L-1); tiabendazol (0,485 g i.a. L-1); clorotalonil (1,24 g i.a. L-1); tiofanato-metílico + clorotalonil (0,4 + 1,0 g i.a. L-1); difenoconazole (0,125 g i.a. L-1); tebuconazol (0,2 g i.a. L-1); tetraconazol (0,1 g i.a. L-1); iprodiona (0,5 g i.a. L-1); piraclostrobina (0,08 g i.a. L-1); calda bordalesa [(0,75 g de cobre+0,15 g de cálcio) L-1]; azoxistrobina (0,075 g i.a. L-1). As testemunhas consistiram de BDA adicionado ou não de DMSO. Os produtos que inibiram completamente o fungo foram: oxicloreto de cobre, cobre+cálcio, tebuconazol, tiofanatometílico + clorotalonil, mancozebe, tiabendazol, tiofanato-metílico, difenoconazole, iprodiona, tetraconazol e hidróxido de cobre. O azoxistrobina diferiu das testemunhas, porém, foi inferior aos demais fungicidas.
Palabras clave
Neofusicoccum parvum, Ccrescimento micelial, Mango, Manga, Doença, Fruta tropical, Fungicida, Fungo, Mangifera Indica, Morte Descendente, Podridão Peduncular
