Estimativas de fases imaturas de Helicoverpa armigera em Dourados e Ponta Porã em apoio ao biocontrole.
| dc.contributor | MARIA CONCEICAO PERES YOUNG PESSOA, CNPMA; CREBIO JOSE AVILA, CPAO; DANILTON LUIZ FLUMIGNAN, CPAO; G. A. LUCHINI, Bolsista PIBIC/CNPq; RICARDO BORGHESI, CPAO. | |
| dc.creator | PESSOA, M. C. P. Y. | |
| dc.creator | AVILA, C. J. | |
| dc.creator | FLUMIGNAN, D. L. | |
| dc.creator | LUCHINI, G. A. | |
| dc.creator | BORGHESI, R. | |
| dc.date | 2019-12-11T00:44:06Z | |
| dc.date | 2019-12-11T00:44:06Z | |
| dc.date | 2019-12-10 | |
| dc.date | 2019 | |
| dc.date | 2019-12-11T00:44:06Z | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-07T05:07:23Z | |
| dc.description | Este trabalho determinou a duração das fases imaturas (ovos, lagartas e pupas) de Helicoverpa armigera (Hübner, 1808) (Lepidoptera: Noctuidae), considerando suas respectivas necessidades térmicas em condições climáticas dos municípios de Dourados e de Ponta Porã, MS, na safra 2016/2017 de soja BMX Potência RR (plantio: 8/11/16; colheita: 16/03/17). O controle biológico (CB) de H. armigera vem apresentando parasitoides do gênero Trichogramma e das famílias Tachinidae e Eulophidae, entre outros, como alternativas de contenção das fases de ovos, lagartas e pupas. Condições climáticas específicas podem interferir no período de disponibilidade dessas fases do inseto-praga durante o ciclo da cultura e devem ser consideradas nas estratégias de CB local, para garantir sua maior eficácia. O estado do Mato Grosso do Sul (MS) tem expressiva participação na produção de soja nacional. Dourados e Ponta Porã estão entre seus maiores produtores municipais e possuem características climáticas diferenciadas. Dados climáticos diários (INMET e ?Guia Clima?), demandas térmicas do inseto de literatura, programa cálculo de graus-dias (UCLA/IPM-EUA) e planilha Excel foram utilizados. Os tempos e nº de gerações completas obtidas foram: a) Dourados: 3,8 ± 0,5 dias (ovos), 15,5 ± 1,0 dias (lagartas), 13,5 ± 2,1 dias (pupas) e 4 gerações; e b) Ponta Porã: 4,0 ± 0,0 dias (ovos), 16,8 ± 1,3 dias (lagartas), 14,3 ± 1,4 dias (pupas) e 3 gerações. As durações de lagartas e pupas foram inferiores às de literatura (23,30 ± 0,30 dias e 17,60 ± 0,54 dias, respectivamente), obtidas para a cultivar em laboratório regulado com T e UR próximas às médias municipais no ciclo da planta (25 ± 1°C e 70 ± 10%), indicando que as T_máxima e T_mínima municipais interferem na disponibilidade das fases imaturas e nº de gerações durante o ciclo da planta (129 dias) e que esses resultados devam ser considerados nas estratégias de CB locais. | |
| dc.format | p. 454. | |
| dc.identifier | In: SIMPÓSIO DE CONTROLE BIOLÓGICO (SICONBIOL), 16., 2019, Londrina. Anais... Londrina: SEB; UEL; Embrapa, 2019. | |
| dc.identifier | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1116582 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/123456789/481106 | |
| dc.language | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Graus-dias | |
| dc.subject | Proteção de cultivos | |
| dc.subject | Glycine Max | |
| dc.subject | Helicoverpa armigera | |
| dc.title | Estimativas de fases imaturas de Helicoverpa armigera em Dourados e Ponta Porã em apoio ao biocontrole. | |
| dc.type | Resumo em anais e proceedings |
