Distância genética entre cultivares brasileiras de videira no BAG de videira da Embrapa Semiárido.

dc.contributorMARCOS ANDREI CUSTÓDIO DA CUNHA, UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO; FRANCINE HIROMI ISHIKAWA, UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO; CRISTINA DOS SANTOS RIBEIRO COSTA, FUNDAÇÃO DE AMPARO À CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO; PATRICIA COELHO DE SOUZA LEAO, CPATSA.
dc.creatorCUNHA, M. A. C. da
dc.creatorISHIKAWA, F. H.
dc.creatorCOSTA, C. dos S. R.
dc.creatorLEAO, P. C. de S.
dc.date2025-06-05T13:49:45Z
dc.date2025-06-05T13:49:45Z
dc.date2025-06-05
dc.date2024
dc.date.accessioned2026-07-07T06:00:35Z
dc.descriptionEstudar a distância genética de cultivares brasileiras de videira é importante para a compreensão das relações de parentesco e filogenia. Este trabalho teve como objetivo estudar a distância genética entre cultivares brasileiras de videira e algumas estrangeiras de importância econômica no país, avaliadas no ciclo de produção do primeiro semestre de 2023, no Banco ativo de germoplasma (BAG) de videira da Embrapa Semiárido. O BAG está localizado no Campo Experimental de Mandacaru, Juazeiro, BA. Foram avaliadas 36 cultivares de uvas desenvolvidas e/ou cultivadas no Brasil, considerando-se as seguintes variáveis morfoagronômicas: índice de fertilidade de gemas (%), percentagem de brotação (%), massa fresca de ramos e folhas (g), produção (kg planta-1), número de cachos por planta, massa do cacho (g), comprimento do cacho (cm), largura do cacho (cm), massa da baga (g), comprimento da baga (mm) e diâmetro da baga (mm). As análises estatísticas foram realizadas utilizando o software Genes, empregando-se como medida de dissimilaridade a distância generalizada de Mahalanobis. Após a obtenção da matriz de dissimilaridade entre genótipos, foi determinada a divergência genética por meio do método hierárquico de ligação média entre grupos não ponderados (UPGMA). A maior distância genética foi observada entre as cultivares A Dona e Benitaka (378,95), enquanto ‘A Dona’ e ‘Maria’, desenvolvidas pelo Instituto Agronômico de Campinas (IAC), apresentaram menor distância (8.22). De acordo com o dendrograma, utilizando-se o ponto de corte subjetivo 1.25 (174.47), foram formados cinco grupos, nos quais 21 cultivares (58,3%), incluindo uvas de mesa e uvas para processamento pertencentes aos programas de melhoramento genético da Embrapa e IAC, foram integradas no mesmo grupo. Os resultados evidenciam que, apesar de serem em sua maioria híbridos interespecíficos complexos, as cultivares brasileiras e outras cultivares comerciais utilizadas no país apresentam grande relação de parentesco e similaridade genética.
dc.formatp. 13-14.
dc.identifierIn: JORNADA DE INTEGRAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO DA EMBRAPA SEMIÁRIDO, 6., 2023, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semiárido, 2024.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1176437
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/504362
dc.languagepor
dc.relation(Embrapa Semiárido. Eventos Técnicos & Científicos, 2)
dc.rightsopenAccess
dc.subjectBAG
dc.subjectDivergência genética
dc.subjectRecurso Genético
dc.subjectUva
dc.subjectMelhoramento Genético Vegetal
dc.subjectBanco de Germoplasma
dc.subjectVitis Vinifera
dc.subjectGrapes
dc.titleDistância genética entre cultivares brasileiras de videira no BAG de videira da Embrapa Semiárido.
dc.typeResumo em anais e proceedings

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