Avaliação da composição química e cinética de degradação da maniçoba, pornunça e mandioca.

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Os aspectos qualitativos dos recursos forrageiros são importantes para o manejo alimentar dos rebanhos. O objetivo deste estudo foi avaliar a composição química e cinética da degradação da maniçoba, pornunça e mandioca. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado com três tratamentos (mandioca, maniçoba e pornunça) e três repetições, com determinação da composição química, degradabilidade ruminal e fibra indigestível em deter- gente neutro (FDNi). Os teores de matéria seca (MS) variaram de 22,81% a 31,04% e a proteína bruta (PB) chegou a 29,14%. As três espécies ava- liadas apresentaram teores semelhantes de MS, PB e e fibra em detergente neutro (FDN). Os teores FDNi da pornunça e mandioca se apresentaram em maiores concentrações que a maniçoba. No entanto, para a fração da lâmina foliar, os tratamentos não diferiram entre si. Quando comparadas as diferentes frações em uma mesma espécie, foi observado que a planta inteira, o caule e a lâmina foliar apresentaram diferença, com o caule com maiores teores de FDNi. Com relação à pornunça, observou-se os menores teores de FDN e lignina (planta inteira). As três espécies vegetais apresentam similar desaparecimento da MS, PB e FDN e, para os parâmetros de degradação, a maniçoba e pornunça se destacaram, apresentando maiores taxas de DE e DP para a planta inteira e suas frações, exceto para a MS, PB da lâmina e FDN da planta inteira e suas frações, em que todas se assemelham.

Palabras clave

Pornunça, Manihot pseudoglaziovii, Manihot esculenta Crantz, Mandioca, Forragem, Planta Forrageira, Manihot Esculenta, Maniçoba, Composição Química, Sistema de Alimentação, Nutrição Animal, Forage, Forage legumes

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