Melhoramento genético de arroz em Minas Gerais.

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A pesquisa na área de melhoramento genético de arroz no Brasil e em Minas Gerais tomou impulso a partir de meados da década de 70, quando foram criadas a Embrapa e diversas empresas estaduais de pesquisa, dentre elas a EPAMIG. Destacam-se como resultados de pesquisa o lançamento de 85 cultivares até 1997, que revolucionaram a orizicultura no País, e a obtenção de cultivares de terras altas de grãos agulhinhas (longo-fino), tornando esse sistema de cultivo competitivo com o de várzea. Ganhos genéticos foram obtidos em Minas Gerais desde a década de 70. Para o arroz de terras altas, o ganho médio anual foi de 1,26% para materiais do grupo precoce e 3,37% para o de ciclo médio; para o arroz de várzea, o ganho médio foi de 0,98%. Em Minas Gerais, foram recomendadas para plantio comercial 25 novas cultivares, as quais deram sustentação à orizicultura mineira. Apesar dos grandes avanços obtidos, acréscimos no potencial de produção de grãos estão cada vez menores, sobretudo para o arroz irrigado. Por isso, os programas de melhoramento de arroz vêm adotando novas estratégias, e uma delas é o uso da seleção recorrente como alternativa mais adequada para elevar o atual nível de produtividade das futuras cultivares.

Palabras clave

Cultivar, Ganho genético, Arroz, Oryza Sativa, Seleção Recorrente, Melhoramento Genético Vegetal, rice

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