Avaliação agronômica de variedades e híbridos de mandioca (Manihot esculenta Crantz) no Cruz das Almas, Bahia.
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A mandioca se destaca por ser uma das culturas mais consumidas e de maior importância no mundo, sendo cultivada principalmente, por pequenos e médios produtores rurais. A produção nacional em 2011, segundo dados da FAO (2013), ultrapassou os 25,4 milhões de toneladas, tornando-nos o segundo maior produtor da cultura, estando atrás, apenas da Nigéria (52,4 milhões de t). No país, o Estado do Bahia é o terceiro maior produtor de mandioca (2,9 milhões de toneladas) ficando atrás dos estados do Pará (4,6 milhões de toneladas) e Paraná (4,1 milhões de toneladas). Apesar de estar entre maiores produtores brasileiro de mandioca, conforme dados do IBGE-SIDRA da safra de 2011 (IBGE, 2013), a produção na Bahia se deve à grande área plantada (254,6 mil hectares), pois a produtividade das lavouras apresenta um rendimento de 11,65 t ha-1, inferior à média nacional que é de 14,43 t ha-1. Os fatores que podemos destacar como principais responsáveis do baixo rendimento da cultura no estado são a não adoção de manejos básicos para a mandioca, como calagem e adubação, a incidência de pragas e doenças, além da utilização de material vegetal de baixo potencial genético. Diante deste quadro, faz-se necessário a avaliação de genótipos potencialmente promissores para incorporação na cadeia produtiva da mandioca no estado. Assim, o referido trabalho, teve por objetivo avaliar agronomicamente variedades e híbridos de mandioca, em Cruz das Almas, Bahia.
Palabras clave
Breendin plant, Mandioca, Reprodução vegetal, Cassava
