Efeito do lodo de esgoto no crescimento micelial de fitopatógenos habitantes do solo e na podridão do colo de plântulas de feijoeiro, causadas por Sclerotium rolfsii, em condições controladas.

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O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito do lodo de esgoto sobre fitopatógenos habitantes do solo. In vitro, o lodo nas doses de 0, 5, 10, 15, 20 e 25% foi testado, na forma esterilizada ou não, quanto à capacidade de inibir o crescimento micelial de Rhizoctonia solani, Fusarium oxysporum f. sp. phaseoli, Sclerotinia sclerotiorum, Sclerotium rolfsii e Pythium aphanidermatum. O lodo de esgoto esterilizado inibiu o crescimento micelial dos fungos entre 35% e 100%, com exceção de F. oxysporum. Para o lodo não esterilizado o resultado foi inverso, sendo que apenas F. oxysporum foi inibido. Sob condições de casa de vegetação, em solo contendo lodo de esgoto nas concentrações de 0; 2,5; 5; 7,5; 10 e 12,5 % e infestado com 10gL-1 do inóculo de S. rolfsii, foi observada redução na severidade da podridão do colo, em três cultivos sucessivos de feijão, com o aumento da concentração do lodo. A adubação com NPK não apresentou redução da severidade da doença.

Palabras clave

Adubo de Esgoto, Feijão, Lodo Residual, Rhizoctonia Solani, Sclerotinia Sclerotiorum, Pythium Aphanidermatum

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