CAPACIDADE PREDATÓRIA DE CHRYSOPERLA EXTERNA SOBRE BEMISIA TABACI BIÓTIPO B EXPOSTAS AO FUNGO METARHIZIUM ANISOPLIAE

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Universidade Federal do Paraná

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O objetivo desta pesquisa foi determinar a influência de Metarhizium anisopliae (Metsch) sobre a capacidade predatória e a resposta funcional de Chrysoperla externa (Hagen) alimentada com Bemisia tabaci biótipo B advindas de algodoeiro. Larvas do predador foram alimentadas após a eclosão com ovos de Anagasta küeniella até o 3º ínstar, posteriormente alimentadas com ninfas de mosca-branca, em densidade superior à capacidade de consumo (150 ninfas/indivíduo). As ninfas foram oferecidas sobre discos de folhas de algodoeiro (5 cm diâmetro), 24 h após a aplicação com: T1: Testemunha (água); T2: M. anisopliae na concentração de 105 conídios cm-3; T3: 108 conídios cm-3 oriundo de Metharril® com formulação de 1,0 x 109 conídios cm-3 viáveis do princípio ativo M. anisopliae. A capacidade predatória foi obtida pela diferença entre o número de ninfas fornecidas e as remanescentes e a resposta funcional foi avaliada a partir de cinco diferentes densidades de ninfas (130, 160, 190, 220 e 250), contando-se o número de ninfas predadas após 24, 48, 72 e 96 horas. O fungo entomopatogênico M. anisopliae não influenciou a capacidade predatória de C. externa que variou de 70,6 indivíduos na maior concentração e 87,1 na testemunha. A resposta funcional do predador foi do tipo II, após 24 horas e do tipo I para 48, 72 e 96 horas. A capacidade predatória de C. externa não foi afetada pelo fungo M. anisopliae nas concentrações utilizadas. A resposta funcional para 24 h evidenciou tipo II e para os demais tempos tipo I independente das concentrações de fungo utilizadas.

Palabras clave

Agrociencias

Citación