Aproveitamento de plantas amazônicas como fontes de biodefensivos.
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A busca por defensivos agrícolas de origem vegetal sem prejuízos para o meio ambiente e com possibilidade de agregar valor a recursos vegetais encontrados na região amazônica foi um foco importante dessa sub-rede. Para isso utilizamos duas espécies de timbó e uma do cipó d´alho. Os timbós verdadeiros, plantas do gênero Derris da família Leguminosae, originários da Amazônia brasileira, estão entre as mais eficazes dentre as plantas ictiotóxicas e inseticidas. As espécies de timbó de uso mais generalizado na Amazônia são o timbó-vermelho, Derris urucu, e o timbó-branco, Derris nicou. O cipó d?alho foi identificado como Mansoa standleyi (Steyerm) A. H. Gentry (Bignoniaceae). Desta forma, a realização deste trabalho foi dividida em duas etapas. A primeira objetivou gerar produto tecnologicamente viável de caráter relativamente inofensivo à saúde animal, quando empregado de modo apropriado. Para tanto, foram utilizados testes de estresse oxidativo, tais como a atividade da enzima acetilcolinesterase, os níveis de glutationa e peroxidação lipídica e os testes de índice mitótico para averiguar impactos genotoxicológicos, visto que a maioria dos produtos aplicados na agricultura e na pecuária apresentam impacto negativo ao meio ambiente. A segunda etapa foi desenvolvida junto a uma comunidade agrícola no interior da Amazônia, estabelecendo em sua proposição uma intervenção sobre o modo como os agricultores desenvolvem suas atividades produtivas, visando incentivar o uso de biodefensivos naturais. Ressaltamos que as plantas estudadas neste projeto são encontradas na comunidade envolvida no projeto.
Disponível também em CD-ROM (CD 00173).
Disponível também em CD-ROM (CD 00173).
Palabras clave
Cipó d'alho, Brasil, Defensivo, Planta Produtora de Pesticida, Timbó, Amazonia
