Alternativas para atenuar a diferença de estande nos experimentos de avaliação de clones de Eucalyptus urophylla.
| dc.contributor | Hélder Bolognani Andrade, V&M Florestal; Magno Antônio Patto Ramalho, UFLA; Júlio Sílvio de Souza Bueno Filho, Embrapa Florestas; Marcos Deon Vilela de Resende, Embrapa Florestas; Aloísio Xavier, UFLA; José Roberto Soares Scolforo. | |
| dc.creator | ANDRADE, H. B. | |
| dc.creator | RAMALHO, M. A. P. | |
| dc.creator | BUENO FILHO, J. S. de S. | |
| dc.creator | RESENDE, M. D. V. de | |
| dc.creator | XAVIER, A. | |
| dc.creator | SCOLFORO, J. R. S. | |
| dc.date | 2011-04-09T15:58:01Z | |
| dc.date | 2011-04-09T15:58:01Z | |
| dc.date | 2009-07-24 | |
| dc.date | 2006 | |
| dc.date | 2011-04-10T11:11:11Z | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-07T03:18:42Z | |
| dc.description | Com o objetivo de estudar se as plantas adjacentes às falhas são capazes de compensar em parte ou totalmente as ausentes e se essa compensação varia com o clone e as condições edafoclimáticas, foi conduzido o presente trabalho, em dois municípios da região noroeste do Estado de Minas Gerais, sendo os experimentos implantados em dezembro de 1998. O delineamento adotado foi o de blocos as acaso, no esquema de parcelas subdivididas, com três repetições. A parcela foi constituída por sete diferentes clones e a subparcela, pelo número variável de plantas no estande, em função do porcentual de falha. A subparcela que não apresentou falha recebeu 10 plantas em linha. Para a constituição das demais subparcelas, foram adotados cinco diferentes níveis de falha (10, 20, 30, 40 e 50%). Aos 37 meses de idade, foi avaliado o volume de madeira (m3 sólido/ha). Realizaram-se análises de variância por local e, posteriormente, análises conjuntas de locais, em ambos os casos envolvendo os dados no nível de média de planta e total de parcela. Nas análises de variância, as fontes de variação que envolveram a variável estande foram decompostas em efeitos lineares, quadráticos e desvios da regressão. Os valores de b foram estimados para estande e para cada clone, em cada local, independentemente do clone. A partir dos resultados obtidos, pôde-se concluir que: a maioria dos clones avaliados não compensa, em parte, a ausência das plantas vizinhas; a capacidade de compensação difere entre os clones e as condições edafoclimáticas; independentemente do clone e local de avaliação, a correção do estande por regressão e, principalmente, por co-variância foi eficiente para efetuar a seleção dos melhores clones, sendo mais expressiva com os dados de total de parcela. | |
| dc.identifier | Revista Árvore, Viçosa MG, v. 30, n. 1, p. 11-18, jan./fev. 2006. | |
| dc.identifier | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/316101 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/123456789/430102 | |
| dc.language | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Estande | |
| dc.subject | Falha | |
| dc.subject | Clone | |
| dc.subject | Eucalyptus Urophylla | |
| dc.title | Alternativas para atenuar a diferença de estande nos experimentos de avaliação de clones de Eucalyptus urophylla. | |
| dc.type | Artigo de periódico |
