Processamento de produto farináceo a partir de beterrabas submetidas à secagem estacionária

dc.creatorDjalma Gomes de Araújo Filho
dc.creatorTânia Eidam
dc.creatorAurélio Vinicius Borsato
dc.creatorDorivaldo da Silva Raupp
dc.date2011
dc.date.accessioned2026-07-07T03:52:47Z
dc.descriptionO consumo de hortaliças desidratadas tem sido estimulado pela praticidade de uso, maior tempo de conservação comparado à in natura e possibilidade de aproveitamento da produção excedente, reduzindo efeitos de sazonalidade. A pesquisa propôs produzir uma farinha de beterraba com a aplicação de procedimentos tecnológicos simples e disponíveis para grande parte dos pequenos produtores. Foram comparados diferentes cortes de beterraba, longitudinais (long 2; 4,5; 9 mm) e transversais (trans 2; 4,5; 9 mm), quanto ao tempo de secagem e de trituração, taxa de secagem, rendimento em produto farináceo e sua granulometria. Considerando que a taxa de secagem foi baixa, que o tempo de permanência do produto no secador foi baixo, que a farinha apresentou baixa granulometria, bem como a facilidade de preparo de fatias, os tratamentos em palito de 4,5 mm de espessura foram recomendados para a produção de farinha de beterraba. A farinha apresentou teor destacado para a fibra alimentar, carboidrato, proteína, total de minerais, e reduzido para lipídeo.
dc.formatapplication/pdf
dc.identifier1679-9275
dc.identifierhttps://www.redalyc.org/articulo.oa?id=303026596003
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/445883
dc.languagept
dc.publisherUniversidade Estadual de Maringá
dc.relationhttp://www.redalyc.org/revista.oa?id=3030
dc.rightsActa Scientiarum. Agronomy
dc.sourceActa Scientiarum. Agronomy (Brasil) Num.2 Vol.33
dc.subjectAgrociencias
dc.titleProcessamento de produto farináceo a partir de beterrabas submetidas à secagem estacionária
dc.typeartículo científico

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