Deposição de liteira e de esterco durante o verão em áreas cultivadas com Panicum maximum e Brachiaria brizantha em pastejo rotacionado.
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A espécie forrageira produzida interfere de forma significativa na disponibilidade de alimento para o animal e na quantidade de esterco e de material vegetal morto depositado na superfície do solo (liteira). O objetivo do trabalho foi avaliar a produção de liteira e o acúmulo de esterco, durante o verão, em pastagem de Brachiaria brizantha cv. Xaraés e de Panicum maximum cv. Tanzânia sob pastejo rotacionado de vacas Holandesas PO e PC em lactação suplementado com dois níveis de concentrado. O experimento foi instalado na Embrapa Gado de Leite (Coronel Pacheco-MG), utilizando delineamento em blocos casualizados em esquema fatorial 2x2, sendo dois níveis de concentrado (3 e 6 kg) e duas espécies forrageiras (Brachiaria brizantha cv. Xaraés e Panicum maximum cv. Tanzânia), com seis repetições. Em cada um dos piquetes foram delimitadas duas áreas de 2,0 m2 (2,0 x 1,0 m), onde foram recolhidos os dejetos (fezes) e toda a liteira existente (liteira > 5 cm e liteira < 5 cm). Tanto o esterco quanto a liteira tiveram sua massa determinada e os resultados foram submetidos à análise de variância e as médias, quando necessário, foram submetidas ao teste de SKOTT-KNOTT (1974). 4.481,4 kg/ha de liteira foram depositadas na área cultivada com B. brizantha, sendo 20 % maior do que na área com P. maximum. 3.097,0 kg/ha de massa de esterco seco foram depositados na área cultivada com P. maximum, sendo duas vezes maior do que na área cultivada com B. brizantha. 2.868,1 kg/ha de massa de esterco seco foram produzidos quando três quilos de concentrado foram utilizados, 68 % maior do que quando foram utilizados seis quilos de concentrado.
FertBio 2008.
FertBio 2008.
Palabras clave
Liteira, Esterco, Pastejo Rotativo
