Amazônia pós-código florestal e pós-Rio+20, novos desafios.

dc.contributorALFREDO KINGO OYAMA HOMMA, CPATU.
dc.creatorHOMMA, A. K. O.
dc.date2013-04-03T11:11:11Z
dc.date2013-04-03T11:11:11Z
dc.date2013-04-03
dc.date2012
dc.date2015-04-08T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-06-30T23:35:25Z
dc.descriptionDar atenção para as áreas com florestas, que representam 83% da Amazônia, ou para os 17% já desmatados, constitui o atual dilema político. A ênfase na biodiversidade como a grande opção futura para a Amazônia carrega equívocos na busca futurística de produtos, esquecendo a biodiversidade do passado e do presente, na qual estão as grandes oportunidades. As atuais políticas do REDD seriam adequadas na geração de tecnologias apropriadas do que a de criar um assistencialismo ambiental. A redução dos desmatamentos e das queimadas precisa estar acompanhada da incorporação do mesmo montante de áreas já desmatadas no passado sob o risco de prejudicar as atividades produtivas da Amazônia.
dc.identifierRevista de Economia e Agronegócio, v. 10, n. 2, p. 206-240, 2012.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/954941
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/385436
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectDesenvolvimento Agrícola
dc.subjectPolítica Ambiental
dc.subjectPolítica Agrícola
dc.subjectAmazonia
dc.titleAmazônia pós-código florestal e pós-Rio+20, novos desafios.
dc.typeArtigo de periódico

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