Controle de verminose nos rebanhos caprino e ovino no semiárido brasileiro: avaliação dos impactos econômicos, sociais e ambientais.
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No Brasil, uma importante causa da redução da produção de pequenos ruminantes são as infecções causadas pela verminose gastrointestinal. Dentre os vermes que acometem caprinos e ovinos, destaca-se o Haemconchus contortus. O controle do parasitismo é feito basicamente com a utilização de anti-helmínticos, sendo que falhas nesse tipo de aplicação e associado ao grande número de aplicações por ano predispõem a seleção de parasitos resistentes, especialmente aos do gênero Haemonchus. Este estudo tem o objetivo de avaliar e analisar os impactos ambientais, econômicos e sociais do controle de verminose nos rebanhos caprino e ovino no semiárido brasileiro. Foram utilizadas 3 metodologias na avaliação dos impactos referentes ao controle de verminoses. A primeira metodologia foi baseada em planilhas Excel utilizando o método do excedente econômico com o objetivo de determinar os impactos econômicos da tecnologia. A segunda e terceira metodologias utilizadas para estimar os impactos sociais foi o Sistema AMBITEC-Social e, para determinar os impactos ambientais foi o Sistema AMBITECProdução Animal. A prática da vermifugação influencia positivamente os seguintes indicadores: uso de agroquímicos/insumos químicos e/ou materiais, uso de energia, atmosfera e, bem-estar e saúde do animal sob pastejo e sob confinamento. Por outro lado, ela poderá influenciar negativamente o uso dos recursos naturais, a qualidade do solo, a biodiversidade e a qualidade do produto.
Palabras clave
Brasil, Nordeste, Nematoide gastrintestinal, Controle, Caprino, Ovino, Parasitismo, Verminose, Haemonchus contortus, Impacto ambiental, Impacto econômico, Impacto social
