Avaliação da mistura de variedades resistentes e suscetíveis no manejo do mal-de-Sigatoka da bananeira.
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O Brasil é o terceiro produtor mundial de banana, produzindo cerca de 7 milhões de toneladas anuais, atrás apenas do Equador e da Índia. A área cultivada é cerca de 500 mil hectares, em grande parte, proveniente da agricultura familiar. Uma atividade que desempenha importante papel social, gerando empregos e fixando o homem no campo. A bananeira e seus frutos são afetados por diversas doenças causadas por fungos, vírus e bactérias dentre as quais se destaca a Sigatoka-amarela, causada por Mycosphaerella musicola (fase sexuada) / Pseudocercospora musae (fase assexuada). Os prejuízos são resultantes da morte precoce das folhas e do conseqüente enfraquecimento da planta refletindo diretamente na produção, necessitando, portanto, de ações de controle para garantir boa produtividade e qualidade de frutos. Com a crescente preocupação com a produção ambientalmente correta e sustentável, a produção orgânica vem, ganhando importância no sistema produtivo dada a sua capacidade de causar o mínimo de interferência nos ecossistemas, além de ser uma das alternativas para viabilizar a pequena propriedade. O objetivo desse trabalho é definir a proporção ideal entre variedades resistentes e suscetíveis, que ofereça o melhor controle da Sigatoka-amarela nas variedades suscetíveis.
PDF. 067.
PDF. 067.
Palabras clave
Musa spp, Sigatoka-amarela, Doença foliar, Banana
