Variabilidade espacial da estabilidade de agregados e estoque de carbono em Cambissolo e Argissolo

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Universidade Federal de Goiás

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O avanço de atividades agropecuárias, sem considerar as condições estruturais do solo, finda no detrimento destes ambientes. Este trabalho objetivou avaliar a variabilidade espacial da estabilidade de agregados, densidade do solo, carbono orgânico total (COT) e estoque de carbono de áreas de campo natural e floresta, na região de Humaitá (AM). Os solos foram amostrados nos pontos de cruzamento de uma malha de 70 m x 70 m, em intervalos regulares de 10 m, às profundidades de 0,0-0,05 m; 0,05-0,10 m; e 0,10-0,20 m, totalizando 64 amostras por profundidade. Os resultados da análise geoestatística mostraram dependência espacial dos atributos avaliados. Os menores alcances foram decorrentes das constantes variações na forma do relevo da área de campo natural. Os valores médios respectivos do índice de estabilidade diâmetro médio ponderado (DMP) e COT, em torno de 3,0 mm e 29,0 g kg -1 da camada superficial, similares aos das áreas de campo natural e floresta, confirmam a correlação proporcional entre os teores de COT e o DMP. Todavia, os níveis de densidade do solo superiores a 1,40 kg dm -3 expressam a ineficiência das funções estruturais do solo da área de campo natural. Os valores de estoque de carbono, nas diferentes profundidades, mostraram- se mais favorecidos pelos teores de COT que em razão dos diferentes níveis de adensamento dos solos estudados.

Palabras clave

Agrociencias

Citación