Efeito de bactérias do filoplano no biocontrole de Rhizoctonia solani.
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A queima-da-teia-micélica do maracujazeiro causada por Rhizoctonia solani se encontra disseminada no Estado do Pará, ocasionando intensa desfolha, o que leva à redução da produtividade da cultura. O controle biológico utilizando bactérias do filoplano tem mostrado resultados promissores no controle de doenças de plantas. Assim, o presente trabalho teve como objetivo selecionar isolados de bactérias de filoplano do maracujazeiro amarelo, como possíveis agentes de biocontrole de Rhizoctonia solani. O experimento foi conduzido no Laboratório de Fitopatologia da Embrapa Amazônia Oriental. Os isolados bacterianos foram estriados em meio Batata Dextrose Agar (BDA) à 1 cm de uma das extremidades de cada placa e, em seguida, foi colocado um disco de micélio de 8mm de diâmetro do patógeno no centro de cada placa. As culturas foram incubadas a 28 °C por 4 dias. A determinação do diâmetro da colônia foi medida com auxílio de um paquímetro. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com 33 tratamentos e 2 repetições. Dos 32 isolados avaliados, apenas os isolados BEL7 e BEL1 diferiram significativamente do tratamento controle, sendo que o isolado BEL7 causou redução do crescimento de Rhizoctonia solani significativamente superior a do isolado BEL1. Os isolados BEL7 e BEL1 mostraram-se promissores na inibição do crescimento de Rhizoctonia solani, demonstrando potencial para utilização como agentes de biocontrole da queima-da-teia- micélica do maracujazeiro
Palabras clave
Queima-da-teia-micélica, Bactéria, Controle Biológico, Maracujá, Passiflora Edulis
