Desempenho de clones de batata-doce (Ipomoea batatas L.) no Submédio Vale do São Francisco.

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A batata-doce é a quarta hortaliça mais consumida no Brasil, sendo uma cultura tipicamente tropical e subtropical, rústica, de fácil manutenção e com boa tolerância à seca. Com o objetivo de identificar cultivares de batata-doce mais produtivas, instalou-se um experimento no período de abril a setembro de 2005, no Campo Experimental de Bebedouro, Petrolina, PE. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso com 11 clones (Vitória, CNPH 422-9, CNPH 1011, CNPH 665-B, CNPH 080-B, CNPH 353-3, CNPH 527-2, CNPH 945-B, CNPH 792-3, Renova e Sergipana) e quatro repetições. A produtividade total de raízes variou de 7,2 a 25,8 t ha-1, sendo o maior rendimento apresentado pelo clone CNPH 945-B (25,8 t ha-1), seguido pelos clones Sergipana (15,3 t ha-1) e CNPH 080-B (15,2 t ha-1), que não apresentaram diferenças significativas entre si. A produtividade comercial de raízes oscilou de 6,9 a 23,5 t ha-1, sendo o clone CNPH 945-B o mais produtivo com 23,5 t ha-1, seguido pelos clones CNPH 080-B com 13,3 t ha-1, Sergipana (12,4 t ha- 1) e Renova (10,7 t ha-1), que não mostraram diferenças significativas entre si. Os clones CNPH 945-B e CNPH 527-2 sobressaíram com maiores massas frescas de raiz com 330 e 295 g raiz-1, respectivamente.
Suplemento. Edição dos Anais do 52 Congresso Brasileiro de Olericultura, Salvador, jul. 2012.

Palabras clave

Massa fresca de raiz tuberosa, Vale do São Francisco, Batata doce, Clone, Ipomoea Batatas, Produtividade, Hortaliça, Sweet potatoes

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