Efeito da época de coleta e concentração de auxina no enraizamento de estacas de Lippia gracilis Schauer.

dc.contributorANA VALERIA VIEIRA DE SOUZA, CPATSA; UILIANE SOARES DOS SANTOS, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO; M. D. SOUZA, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO; D. D. SOUZA, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO; DEBORA COSTA BASTOS, CPATSA.
dc.creatorSOUZA, A. V. de
dc.creatorSANTOS, U. S. dos
dc.creatorSOUZA, M. D.
dc.creatorSOUZA, D. D.
dc.creatorBASTOS, D. C.
dc.date2025-07-08T19:48:09Z
dc.date2025-07-08T19:48:09Z
dc.date2017-10-02
dc.date2016
dc.date.accessioned2026-07-07T06:00:46Z
dc.descriptionA Lippia gracilis, conhecida popularmente como alecrim da chapada, alecrim de tabuleiro, apresenta potencial relevante para a produção de medicamentos fitoterápicos, além de outros produtos, como biocidas para utilização na agropecuária. Entretanto, poucos são os estudos relacionados à propagação dessa espécie. O desenvolvimento de pesquisas nesse contexto é relevante a fim de obter informações que subsidiem estudos futuros voltados a produção comercial de mudas. Dessa forma, desenvolveu-se este trabalho com o objetivo de avaliar a influência da época de coleta das estacas e diferentes concentrações de AIB no enraizamento de estacas de L. gracilis. O estudo foi realizado no viveiro de mudas da Embrapa Semiárido. Estacas apicais e medianas de Lippia gracilis com 20 cm de comprimento e um par de folhas foram coletadas em duas épocas: seca (junho de 2010) e chuvosa (março de 2011). Após imersão na auxina foram transplantadas para tubetes de polietileno contendo como substrato a vermiculita e mantidas em casa de vegetação durante 40 dias. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado (DIC), em esquema fatorial 2 x 5 (dois tipos de estacas x cinco concentrações de AIB), totalizando 10 tratamentos, com três repetições e oito estacas/parcela, para cada época de coleta. A avaliação foi realizada aos 40 dias após a instalação do experimento, em relação ao número de brotações por estaca (NBE), número de folhas por brotações (NFB), número de raízes por estaca (NRE), peso da biomassa fresca (PBF) e peso da biomasa seca (PBS) da estaca e porcentagem de enraizamento (%EN). Os resultados mostraram que é possível a produção de mudas de Lippia gracilis utilizando-se estacas medianas sem a aplicação de AIB, com as estacas coletadas na época chuvosa. Portanto, não há necessidade de se utilizar auxina sintética para a propagação vegetativa dessa espécie.
dc.identifierRevista Brasileira de Plantas Medicinais, v. 18, n. 3, p. 699-707, 2016.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1076519
dc.identifier10.1590/1983-084X/0142
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/504423
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectÀcido indol butírico
dc.subjectPropagação de planta
dc.subjectLippia gracilis
dc.subjectAlecrim da chapada
dc.subjectAlecrim de tabuleiro
dc.subjectAlecrim do mato
dc.subjectPlanta nativa
dc.subjectPlanta medicinal
dc.subjectPropagação vegetativa
dc.subjectVerbenaceae
dc.subjectMedicinal plants
dc.titleEfeito da época de coleta e concentração de auxina no enraizamento de estacas de Lippia gracilis Schauer.
dc.typeArtigo de periódico

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