Caracterização dos pirênios e métodos para acelerar a germinação de sementes de muruci do clone açu.

dc.contributorJOSE EDMAR URANO DE CARVALHO, CPATU; WALNICE MARIA O DO NASCIMENTO, CPATU.
dc.creatorCARVALHO, J. E. U. de
dc.creatorNASCIMENTO, W. M. O. do
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2009-01-23
dc.date2008
dc.date2015-02-26T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-06-30T23:30:39Z
dc.descriptionPirênios (caroços) de murucizeiro (Byrsonima crassifolia (L.) Rich.) do clone Açu, um acesso da Coleção de Germoplasma de Fruteiras Tropicais da Embrapa Amazônia Oriental, foram caracterizados, e avaliados diferentes métodos para superação da dormência das sementes. Na caracterização dos pirênios, foram considerados os seguintes aspectos: cor, forma, peso, comprimento, diâmetro, número de sementes por pirênio e espessura das paredes internas e externas do endocarpo. Os tratamentos para superação da dormência foram: a) testemunha ? pirênios não-submetidos a tratamento pré-germinativo; b) imersão em água durante 24 horas; c) imersão em solução de ácido giberélico (500 mg.L-1) durante 24 horas; d) imersão em água durante 24 horas seguida de fratura no endocarpo por compressão; e) imersão em solução de ácido giberélico (500 mg.L-1) durante 24 horas seguida de fratura no endocarpo por compressão. Observou-se que os pirênios do clone Açu são ovalados, com superfície reticulada, peso de 0,62±0,09 e comprimento e diâmetro de 1,10±0,07 e 1,02±0,09 cm, respectivamente. Os pirênios geralmente contêm duas sementes (mínimo zero e máximo três), localizadas em lóculos cujas paredes externas são mais espessas que as internas. O endocarpo é permeável à água, e as sementes absorvem prontamente essa substância. As sementes representam 10,12%±2,87% do peso do pirênio. Os melhores tratamentos para sobrepujar a dormência consistiram da imersão dos pirênios em solução de ácido giberélico ou em água, seguida de fratura no endocarpo. Os resultados obtidos indicam que a germinação das sementes de muruci do clone Açu é regulada por dois mecanismos de dormência: o primeiro representado pelo espesso e córneo endocarpo, o qual é permeável à água, mas oferece resistência mecânica ao crescimento do embrião, e o segundo, devido à dormência fisiológica.
dc.identifierRevista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabal, v. 30, n. 3, p. 775-781, set. 2008.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/409752
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/383339
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectMuruci
dc.subjectÁcido Giberélico
dc.subjectClone
dc.subjectDormência
dc.subjectGerminação
dc.subjectSemente
dc.subjectReprodução Vegetal
dc.subjectByrsonima crassifolia
dc.titleCaracterização dos pirênios e métodos para acelerar a germinação de sementes de muruci do clone açu.
dc.typeArtigo de periódico

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