Composição bromatológica do co-produto do desfibramento do sisal tratado com uréia.

dc.contributorMÁRIO MARCOS DE SANTANA FARIA, UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA; SORAYA MARIA PALMA LUZ JAEGER, NIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA; GABRIEL JORGE CARNEIRO DE OLIVEIRA, NIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA; RONALDO LOPES OLIVEIRA, NIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA; CARLOS ALBERTO DA SILVA LEDO, CNPMF; FLÁVIO SILVA DE SANTANA, UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA.
dc.creatorFARIA, M. M. de S.
dc.creatorJAEGER, S. M. P. L.
dc.creatorOLIVEIRA, G. J. C. de
dc.creatorOLIVEIRA, R. L.
dc.creatorLEDO, C. A. da S.
dc.creatorSANTANA, F. S. de
dc.date2024-08-18T08:29:07Z
dc.date2024-08-18T08:29:07Z
dc.date2008-03-04
dc.date2008
dc.date.accessioned2026-07-07T04:51:47Z
dc.descriptionO trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar os efeitos da amonização com uréia pecuária sobre a composição bromatológica do co-produto do processamento do sisal (Agave sisalana, Perrine) em diferentes tempos de estocagens. Foram utilizados 300 Kg do co-produto, igualmente distribuídos em 60 sacos de polietileno preto, onde se adicionou uréia nas concentrações de 0, 2, 4, 6 e 8% (base matéria seca - MS) nos tempos de estocagem de 0, 2, 4 e 6 semanas. Determinaram-se os teores de matéria seca (MS), proteína bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente ácido (FDA) e carboidratos não fibrosos (CNF). O consumo (CMS) e a digestibilidade (DMS) de MS foram obtidos por estimativa. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado (DIC), com 20 tratamentos e três repetições, seguindo o esquema fatorial 5x4 (cinco doses de uréia e quatro períodos de estocagem). A análise de variância revelou significância para o efeito da dose de uréia para as variáveis PB e MS. Para FDA, CNF e DMS, houve efeito significativo da interação dose de uréia x período de fermentação, ao passo que para FND não houve significância de nenhum dos fatores. O teor de PB cresceu linearmente com a adição de uréia. Além disso, foi observado acréscimo nos teores de FDA, em função do decréscimo dos teores de CNF. As diminuições dos teores de CNF com o aumento dos níveis de uréia indicam que estes foram usados, provavelmente, para a síntese microbiana ou carreados com o efluente. Conclui-se que a adição de até 8% de uréia elevou os teores de PB e, com o aumento do tempo de estocagem, reduziu os teores de CNF e a DMS.
dc.identifierRevista Brasileira de Zootecnia, Viçosa, MG, v. 37, n. 3, p. 377-382, 2008.
dc.identifier1516-3598
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/654830
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/473661
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectAmonização
dc.subjectResíduo agroindustrial
dc.subjectTratamento de volumosos
dc.subjectUréia
dc.subjectResíduo Agrícola
dc.subjectResíduo Industrial
dc.subjectTratamento
dc.subjectSisal
dc.subjectUrea
dc.subjectAgricultural wastes
dc.subjectIndustrial wastewater treatment
dc.titleComposição bromatológica do co-produto do desfibramento do sisal tratado com uréia.
dc.typeArtigo de periódico

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