Resposta do algodoeiro a fontes, doses e modos de aplicação de zinco em solo argiloso do Cerrado.
No hay miniatura disponible
Fecha
Título de la revista
ISSN de la revista
Título del volumen
Editor
Resumen
Descripción
Com os objetivos de avaliar a resposta do algodoeiro a fontes, doses e modos de aplicação de zinco (Zn) e estudar o efeito residual da aplicação de zinco a lanço, conduziu-se um experimento de campo durante as safras 2003/04, 2004/05 e 2005/06, na área experimental da Fundação GO, em Santa Helena de Goiás. O teor de Zn medido no solo antes da calagem (pH CaCl2 = 5,4) foi 1,1 mg/dm3 (Mehlich 1). Os tratamentos foram distribuídos no campo em esquema fatorial (4x3)+1+1, sendo quatro doses de zinco (5, 10, 15 e 20 kg/ha) combinadas com três fontes (óxido de zinco, sulfato de zinco e zincogran) mais um tratamento testemunha (sem zinco) e outro com duas pulverizações foliares com sulfato de zinco a 0,5% (200 L/ha), durante o florescimento. Não houve resposta do algodoeiro em produtividade à aplicação de zinco, tanto foliar como via solo, independentemente da fonte usada. A adubação corretiva (dose total a lanço) apresentou efeito residual demonstrado pelo aumento dos teores de Zn no solo e na folha do algodoeiro até o terceiro cultivo, embora não tenha havido efeito na produtividade. As análises de solo e folhas foram eficientes para detectar alterações na disponibilidade de Zn para o algodoeiro.
Solos e nutrição das plantas
Solos e nutrição das plantas
Palabras clave
Micronutrientes, Adubação corretiva, Adubação Foliar, Gossypium Hirsutum
