Variabilidade genética em acessos de bananeira por meio de descritores morfológicos.

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Apesar de existir um grande número de variedades de banana no Brasil, considerando a preferência dos consumidores, produtividade, tolerância às doenças, altura de planta e resistência à seca e ao frio, poucas apresentam potencial agronômico que podem ser indicadas para fins comerciais. As mais difundidas são cultivares do subgrupo Cavendish, como Nanica, Nanicão e Grande Naine, e cultivares do grupo AAB, como Prata, Prata-Anã e Pacovan, do subgrupo Prata; Terra e D Angola, do subgrupo Terra; e Maçã e Mysore. Entretanto, todas apresentam pelo menos uma característica indesejável, como altura de planta inadequada ou suscetibilidade a alguma doença (SILVA et al., 1999). Trabalhos que envolvam avaliações de cultivares nas diferentes regiões são importantes e oferecem aos produtores opções de cultivo, além de colaborar com o desenvolvimento regional da cultura (SILVA et al., 2006). A caracterização do germoplasma é um ponto de partida para que o pesquisador defina quais acessos serão incluídos nas etapas de avaliação agronômica (Idalgo, 2003). Pode também ser realizada por meio do emprego de caracteres fenotípicos (agronômicos e descritores morfológicos) (Zacarias et al., 2004). O objetivo deste trabalho foi avaliar a variabilidade genética entre acessos de bananeira por meio de descritores morfológicos.
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Palabras clave

Banana, Fenótipo, Melhoramento Genético Vegetal, Variedade, Breeding and Genetic Improvement, Variety trials

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