Metodologia para determinação da zona de abscisão foliar em pomáceas.
| dc.contributor | Geraldine de Andrade Meyer | |
| dc.contributor | Thaysi Ventura de Souza | |
| dc.contributor | Rosa Maria Valdebenito Sanhueza, CNPUV | |
| dc.contributor | ANDREA DE ROSSI RUFATO, CNPUV | |
| dc.contributor | Leo Rufato | |
| dc.contributor | Marisa Santos. | |
| dc.creator | MEYER, G. de A. | |
| dc.creator | SOUZA, T. V. de | |
| dc.creator | VALDEBENITO-SANHUEZA, R. M. V. | |
| dc.creator | RUFATO, A. de R. | |
| dc.creator | RUFATO, L. | |
| dc.creator | SANTOS, M. | |
| dc.date | 2014-09-02T11:11:11Z | |
| dc.date | 2014-09-02T11:11:11Z | |
| dc.date | 2014-09-02 | |
| dc.date | 2014 | |
| dc.date | 2019-06-07T11:11:11Z | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-07T11:21:54Z | |
| dc.description | Estudos anatômicos e de ontogênese da abscisão foliar em pomáceas são escassos. A queda foliar promovida após formada a zona de abscisão é um processo natural nas pomáceas, e prolonga-se durante o outono, até que ocorram as primeiras geadas no Sul do Brasil. Ainda não se conhece até quando as folhas de macieiras permanecem funcionais. O objetivo deste trabalho foi desenvolver uma metodologia que permita estudar o início e o fi m das zonas de abscisão foliar de macieiras. O trabalho foi realizado nas cultivares Galaxy e Fuji em pomares comerciais de macieira, de Vacaria, Rio Grande do Sul. O método proposto consistiu em coletar,ramos do ano, com 10cm a 20cm de comprimento, e utilizar um segmento contendo uma parte do caule, uma gema axilar e a base do pecíolo, descartando a parte das quatro folhas do ápice. Os segmentos foram fixados, seccionados e corados para a observação da zona de abscisão em microscopia óptica. Os resultados mostraram que a metodologia utilizada permitiu descrever a zona de abscisão em macieiras e que ela é formada por células alongadas com parede celular delgada, apresentando lignifi cação junto à parede celular. O processo manteve a gema intacta e ocorreu no sentido adaxial para o abaxial. A abscisão foliar natural, em plantas de Galaxy e Fuji em sintomas de doença e em condições ambientais favoráveis, pode ser acompanhada 7 e 14 dias antes e depois da colheita, e após, com intervalos de 14 e 21 dias até maio. A partir de maio, as coletas devem ser feitas semanalmente. Essas informações serão úteis na tomada de decisão para realizar práticas culturais e/ou de controle químico, para a manutenção das folhas sadias, resultando no maior acúmulo de reservas de carboidratos e/ou redução do número de aplicações de fungicidas. | |
| dc.identifier | Ciência Rural, Santa Maria, v. 44, n. 6, p. 982-986, jun. 2014. | |
| dc.identifier | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/994001 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/123456789/505204 | |
| dc.language | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Abscisão foliar | |
| dc.subject | Galaxy | |
| dc.subject | Fuji | |
| dc.subject | Vacaria | |
| dc.subject | Macieira | |
| dc.subject | Queda de folhas | |
| dc.subject | Lignificação | |
| dc.subject | Maçã | |
| dc.subject | Folha | |
| dc.title | Metodologia para determinação da zona de abscisão foliar em pomáceas. | |
| dc.type | Artigo de periódico |
