Adubação nitrogenada na severidade de doenças foliares, produtividade e respostas bioquímicas em híbridos de milho.

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O nitrogênio participa de muitos processos metabólicos relacionados aos mecanismos de defesa das plantas, podendo além de beneficiar diretamente a produtividade, auxiliar na tolerância a doenças. Objetivou-se avaliar o efeito da adubação nitrogenada de cobertura na severidade de doenças foliares, na produtividade e nas respostas bioquímicas em híbridos de milho. Dois experimentos foram conduzidos em campo, com delineamento experimental de blocos casualizados, com tratamentos dispostos em arranjo de parcelas subdivididas, com três repetições. As parcelas foram constituídas pelos híbridos e as subparcelas, pelas doses de nitrogênio. Determinou-se a área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD), a massa de mil grãos (g), a produtividade em kg ha-1, os teores das enzimas superóxido dismutase (SOD) e catalase (CAT), o aminoácido prolina e os aminoácidos solúveis totais. A maioria dos híbridos avaliados apresentaram resposta a mancha-de-bipolaris e a antracnose-foliar mais severa nas menores doses de nitrogênio testadas (36 e 40 kg ha-1). A ferrugem-polissora foi mais severa em condições de alto nitrogênio para os híbridos ATTACK, TRAKTOR, BM 2202 e 30F53YH. A massa de mil grãos não foi influenciada pelas diferenças nas doses. A produtividade dos híbridos 2B710 e 3H842 foi maior na dose de 180 kg ha-1. A catalase e a prolina alcançaram maior e menor atividade, respectivamente, onde ocorreu maior severidade da mancha-de-bipolaris nos híbridos 2B710 e AG7088PROX. Os aminoácidos foram encontrados em maiores quantidades nas doses altas de nitrogênio.

Palabras clave

Mecanismo de defesa, Zea Mays, Nutrição, Nitrogênio, Patógeno

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