Valoração de serviços ecossistêmicos na bacia hidrográfica dos rios Mogi-Guaçu e Pardo (SP) e avaliação dos impactos da dinâmica de uso do solo.

dc.contributorDANIEL CAIXETA ANDRADE, UFU; ADEMAR RIBEIRO ROMEIRO, UNICAMP; MARIA DO CARMO RAMOS FASIABEN, CNPTIA.
dc.creatorANDRADE, D. C.
dc.creatorROMEIRO, A. R.
dc.creatorFASIABEN, M. do C. R.
dc.date2011-04-09T17:47:45Z
dc.date2011-04-09T17:47:45Z
dc.date2010-10-13
dc.date2010
dc.date2020-01-28T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-07-07T04:12:25Z
dc.descriptionO principal objetivo deste trabalho foi avaliar os impactos da dinâmica de uso dos solos sobre os valores dos serviços ecossistêmicos gerados pela bacia hidrográfica dos Rios Mogi-Guaçu e Pardo (estado de São Paulo). Os resultados encontrados mostram que a dinâmica do uso da terra na região entre os anos de 1988 e 2002 teve um impacto negativo no valor total de serviços gerados (perda líquida de 2,78% no valor dos serviços ecossistêmicos providos, sendo as pastagens e culturas anuais as categorias de uso do solo que mais contribuíram para essa redução). Demonstrou-se também os impactos sobre os serviços ecossistêmicos sob a hipótese de cumprimento da legislação ambiental. Através de estimativas do déficit de APP e RL (Área de Proteção Permanente e Reserva Legal, respectivamente) para o ano de 2002 (110.359,93 ha), simularam-se dois cenários nos quais, respectivamente, o déficit fosse liquidado exclusivamente em áreas de uso agrícola e em áreas agrícolas e de pastagens. Os resultados mostraram que em ambos os casos haveria ganho líquido no valor dos serviços ecossistêmicos (8,84 e 8,38% de aumento no valor em relação a 1988 para os dois cenários, respectivamente). Por fim, a análise permitiu demonstrar que o valor gerado em termos de serviços ecossistêmicos por unidade de área florestada é maior que o valor gerado caso essa mesma unidade estivesse sendo utilizada com outros tipos de uso, como cana e/ou pastagem. Ao produtor, esse resultado não tem interesse imediato, já que ele não se apropria de todo o valor gerado pelos serviços ecossistêmicos. A comparação feita apenas comprova o fato de que a conversão de terras para florestas deve ser incentivada via política de compensação, dado o maior valor social gerado em relação ao valor privado.
dc.descriptionSober 2010.
dc.formatp. 1-20.
dc.identifierIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE ECONOMIA E SOCIOLOGIA RURAL, 48., 2010, Campo Grande, MS. Tecnologias, desenvolvimento e integração social. Fortaleza: Itarget Tecnologia da Informação, 2010.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/864114
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/454115
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectServiços ecossistêmicos
dc.subjectDinâmica de uso do solo
dc.subjectLand-use dynamics
dc.subjectWatershed
dc.subjectBacia Hidrográfica
dc.subjectEcosystem services
dc.titleValoração de serviços ecossistêmicos na bacia hidrográfica dos rios Mogi-Guaçu e Pardo (SP) e avaliação dos impactos da dinâmica de uso do solo.
dc.typeArtigo em anais e proceedings

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