Produção de forragem de milho em cultivo solteiro e de sua consorciação com quatro forrageiras tropicais no Mato Grosso do Sul.
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Objetivou-se avaliar a produção de forragem do milho cv. BRS 2020, em cultivo solteiro e cultivo consorciado com quatro forrageiras tropicais (capins): Brachiaria brizantha cv. Marandu e cv. Piatã, Panicum maximum cv. Mombaça e cv. Massai, com ou sem a aplicação dos herbicidas: atrazine+nicossulfuron, em plantio de safrinha em Campo Grande, MS. O delineamento utilizado foi de blocos casualizados, em parcelas subdivididas, com quatro repetições. Os herbicidas atrazine+nicossulfuron não influenciaram as produções de massa verde (MV) e de massa seca (MS) do milho, tanto em cultivo solteiro, como em suas consorciações com os diferentes capins. A ocorrência de plantas daninhas foi maior no milho solteiro. Os capins diferiram quanto à produção de MV e MS. O capim-mombaça foi o de maior produção de MV e os capins massai e marandu não diferiram entre si, sendo mais produtivos do que o capim-piatã. O mesmo foi observado quanto à produção de MS, porém o capim-massai não diferiu do capim-mombaça e do marandu, sendo este ultimo superior ao capim-piatã. As produções de MV e MS do milho não diferiram quanto às condições de cultivo. As diferentes produções de MV total (milho+capim) nos tratamentos consorciados não foram significativas, mas foram superiores as do milho solteiro. O mesmo ocorreu quanto às produções de MS total (milho+capim), mas os tratamentos consorciados com os capins massai e marandu não diferiram significativamente em relação à produção de MS. total do milho solteiro.
Palabras clave
Milho, Pastagem, Planta Forrageira, Consorciação de Cultura
