Definição de contentores para o enraizamento de estacas de batata-doce.
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Estudo desenvolvido em casa de vegetação da Embrapa Hortaliças, com o objetivo de avaliar a formação do sistema radicular de mini-estacas de batata-doce em três tipos de contentores — bandeja alta (11 cm, 72 células), bandeja baixa (6 cm, 128 células) e tubete (11 cm, 2,5 cm diâmetro) — como uma opção para formar mudas enraizadas e evitar falhas no stand final do plantio comercial. A metodologia consistiu no plantio de mini-estacas contendo dois nós e na avaliação do estande (sobrevivência), comprimento e número de raízes primárias 30 dias após o plantio. Os resultados mostraram que não houve diferença estatística no estande (médias entre 81,2% e 84,7%) e nem no número de raízes primárias entre os contentores. Contudo, os tubetes se destacaram significativamente em relação ao comprimento das raízes primárias, alcançando 10,5 cm, indicando que maior altura do substrato favoreceu o crescimento. Apesar disso, discussões sobre o volume de raízes formadas sugeriram que a largura do contentor (maior na bandeja alta) foi um fator importante para o desenvolvimento geral do sistema radicular. A conclusão é que o uso de mini-estacas em contentores, como os tubetes e bandejas altas, é viável para a multiplicação rápida e obtenção de plântulas de qualidade.
Resumo 323. Trabalho apresentado no 46. Congresso Brasileiro de Olericultura, Goiânia, 2006. Publicado também como resumo expandido na Horticultura Brasileira, Brasília, DF, v. 24, n. 2, p. 1283, jul. 2006. Suplemento 2. CD-ROM.
Resumo 323. Trabalho apresentado no 46. Congresso Brasileiro de Olericultura, Goiânia, 2006. Publicado também como resumo expandido na Horticultura Brasileira, Brasília, DF, v. 24, n. 2, p. 1283, jul. 2006. Suplemento 2. CD-ROM.
Palabras clave
Rama-semente, Enraizamento, Estaca, Ipomoea Batatas, Raiz, Batata Doce, Muda
