Produção de filmes biodegradáveis e aprimoramento de suas Propriedades utilizando tecnologias não térmicas.
| dc.contributor | MAYARA LIMA GOIANA, UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ. | |
| dc.creator | GOIANA, M. L. | |
| dc.date | 2025-11-18T18:57:51Z | |
| dc.date | 2025-11-18T18:57:51Z | |
| dc.date | 2025-11-18 | |
| dc.date | 2025 | |
| dc.date.accessioned | 2026-06-30T23:05:49Z | |
| dc.description | Filmes a base de amido, apesar de serem uma alternativa promissora de embalagem biodegradável, enfrentam desafios de desempenho devido à alta solubilidade e baixa hidrofobicidade. Para superar estas limitações, o estudo explorou três estratégias: plasma DBD, incorporação de extratos ricos em antocianinas (resíduos de uva e acerola) e adição de carragenana. Na etapa I, os efeitos do plasma DBD foram avaliados quanto as propriedades físico-químicas e estruturais do amido de milho. Foram testadas diferentes frequências (100, 200 e 300 Hz) e tempos de exposição (10 e 20 min). O tratamento de 200 Hz por 20 min foi o mais eficaz, causando as maiores mudanças na proporção de amilose para amilopectina, solubilidade, absorção de água e morfologia. A superfície do amido ficou mais lisa e com poros. Foram notadas pequenas alterações na estrutura ordenada do amido, conforme FTIR. A etapa II consistiu na produção de filmes (5% p/p) por casting utilizando o amido da etapa 1 e o tratamento por plasma da solução filmogênica, nos mesmos moldes testados anteriormente. Os resultados mostraram diferenças significativas em relação às suas propriedades físico- químicas e morfológicas. A maioria das alterações químicas ocorreu no amido submetido ao plasma antes da formação do filme, enquanto os filmes produzidos com o amido não tratado apresentaram alterações físicas. Na etapa III, foi adicionado os extratos de antocianinas aos filmes junto com o tratamento com DBD em condições otimizadas. Os filmes de amido com extratos de acerola e uva, separadamente, mostraram boa resposta colorimétrica para indicação de pH, porém com algumas desvantagens nas propriedades físico-químicas, tais como umidade e solubilidade, mas não alterou significativamente o ângulo de contato, o teor de amilose ou os espectros de FTIR. Por fim, a etapa IV contou com a adição da carragenana aos filmes de amido (2,5% p/p, cada) e antocianinas. Foi confirmada a capacidade de indicação de pH (mais satisfatória com o extrato de uva) e melhora nas propriedades físicas, como o aumento da hidrofobicidade (ângulo de contato subiu de 52.9° para 74.8° com extrato de bagaço de uva). Em resumo, a aplicação do plasma mostrou-se capaz de aprimorar as propriedades dos filmes, sem comprometer a indicação de frescor dos alimentos via a resposta colorimétrica das antocianinas às variações de pH. Para um filme inteligente, a recomendação seria usar plasma, carragenana e extrato de uva. | |
| dc.description | Coorientadora: Dra. Morsyleide de Freitas Rosa. | |
| dc.identifier | 2025. 95 f. Tese (Doutorado em Processos Químicos e Bioquímicos.) - Universidade Federal do Ceará, Engenharia Química. Fortaleza. | |
| dc.identifier | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1181657 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/123456789/374041 | |
| dc.language | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Plasma DBD | |
| dc.subject | Indicador de pH | |
| dc.subject | Amido | |
| dc.title | Produção de filmes biodegradáveis e aprimoramento de suas Propriedades utilizando tecnologias não térmicas. | |
| dc.type | Teses |
