Comportamento fotossintético de videira 'Itália' em relação à disponibilidade hídrica sob cultivo protegido.

dc.contributorFLAVIO BELLO FIALHO, CNPUV; Leonardo Cury da Silva, UFRGS; HENRIQUE PESSOA DOS SANTOS, CNPUV; Gilmar Arduino Bettio Marodin, UFRGS; HOMERO BERGAMASCHI, UFRGS; CARLOS ALBERTO FLORES, CPACT; MARCELO ZART, UFRGS; DANIEL ANTUNES SOUZA, CNPUV.
dc.creatorFIALHO, F. B.
dc.creatorSILVA, L. C. da
dc.creatorSANTOS, H. P. dos
dc.creatorMARODIN. G. A. B.
dc.creatorBERGAMASCHI, H
dc.creatorFLORES, C. A.
dc.creatorZART, M.
dc.creatorSOUZA, D. A.
dc.date2022-08-18T19:21:40Z
dc.date2022-08-18T19:21:40Z
dc.date2010-11-11
dc.date2010
dc.date.accessioned2026-07-07T11:30:12Z
dc.descriptionA produção de uvas no Brasil se concentra principalmente nos estados do sul, sendo a Serra Gaúcha uma das principais regiões. Contudo, nesta região, há uma série histórica pluviométrica com tendência ao excesso no período de maturação e colheita, quando comparado às regiões vitícolas tradicionais de outros países (Westphalen, 2000). Diante deste cenário, nos últimos anos ocorreram grandes investimentos no cultivo protegido de videiras, principalmente em uvas de mesa, utilizando coberturas plásticas impermeáveis para prevenção de doenças fúngicas (Chavarria et al., 2007). Por outro lado, a cobertura plástica reduz a precipitação na linha de plantio e isto tem impulsionado muitos produtores a investirem também em sistemas de irrigação. Apesar desta garantia hídrica, o controle da irrigação tem sido conduzido de modo empírico e em algumas safras tem ocorrido grandes problemas de produção e qualidade, que são relacionados à condição hídrica das plantas. As coberturas plásticas alteram o microclima, principalmente em relação à velocidade do vento, temperatura e umidade relativa (Cardoso et al., 2008), o que pode promover grandes modificações nas relações hídricas da videira, porém até o presente momento não se dispõe de muitas informações de parâmetros hídricos e fisiológicos, que sejam específicas para o ajuste do manejo de irrigação em cultivo protegido de videira. Além do impacto direto sobre o custo de produção, o controle da disponibilidade hídrica é de extrema importância para o rendimento e a qualidade dos frutos. Neste caso, para videira, estresses moderados que reduzem o vigor vegetativo sem comprometer a atividade fotossintética são considerados os mais adequados para o incremento da qualidade (Ojeda et al., 2004). Contudo, os limites de disponibilidade hídrica que podem condicionar as plantas a esses estresses moderados ainda não foram definidos para as condições de cultivo protegido.
dc.descriptionResumo expandido.
dc.format4 p.
dc.identifierIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 21., 2010, Natal. Frutas: saúde, inovação e responsabilidade: anais. Natal: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2010.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/866888
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/510185
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectViticultura
dc.subjectUva
dc.subjectPotencial hídrico
dc.subjectProdutividade
dc.subjectCultivo protegido
dc.titleComportamento fotossintético de videira 'Itália' em relação à disponibilidade hídrica sob cultivo protegido.
dc.typeArtigo em anais e proceedings

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