Introdução de Megarhyssa nortoni (Hymenoptera, Ichneumonidae) para o controle de Sirex noctilio (Hymenoptera, Siricidae).
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tornou-se a mais séria ameaça aos plantios de Pinus spp.. Por se tratar de uma praga exótica, a utilização do controle biológico clássico é a prática mais recomendada. Desta forma, para complementação do programa de controle, iniciado em 1989, realizou-se a introdução do parasitóide Megarhyssa nortonii As fêmeas deste parasitóide apresentam um longo ovipositor, podendo atingir as larvas de S. noctilio localizadas a profundidades de até 8 cm, dentro da madeira. Para .a realização da postura, introduzem o ovipositor na madeira, a procura da larva hospedeira, a qual é paralisada devido a uma picada, e na sequência, os ovos são depositados sobre o corpo do hospedeiro. Após a eclosão, as larvas do parasitóide alimentam-se externamente e, após consumir o hospedeiro, transformam-se em pupas. Em 20% da população do parasitóide, a emergência pode ocorrer três meses após a postura. Entretanto, 80% dos insetos emergem um ano após. A introdução deste parasitóide no Brasil, deu-se através de um projeto de cooperação internacional entre o United State Department of Agricultural - Forest Service e do International Institute of Biological Control com a Embrapa Florestas.
Palabras clave
Megarhyssa nortoni, Parasitoide, Vespa-da-madeira, Sirex Noctilio, parasitoids
