Utilização de um modelo agrometeorológico na estimativa de produtividade da cultura da soja no Estado de São Paulo.

dc.contributorGUSTAVO CORAL, Cepagri/Unicamp; HILTON SILVEIRA PINTO, Cepagri/Unicamp; EDUARDO DELGADO ASSAD, CNPTIA; ANGELA IAFFE, Cepagri/Unicamp.
dc.creatorCORAL, G.
dc.creatorPINTO, H. S.
dc.creatorASSAD, E. D.
dc.creatorIAFFE, A.
dc.date2022-05-05T19:16:56Z
dc.date2022-05-05T19:16:56Z
dc.date2005-07-28
dc.date2005
dc.date.accessioned2026-07-07T04:16:56Z
dc.descriptionDentre as atividades econômicas, a que tem maior dependência das condições do tempo e do clima é a agricultura. As condições atmosféricas afetam todas as etapas das atividades agrícolas, que vão desde o preparo do solo para a semeadura até a colheita e, em muitos casos, transpondo as barreiras da unidade produtora, afetando o transporte, preparo e armazenamento dos produtos. Segundo CURRY (1952), o grande regulador da vida econômica é o clima. Poucas indústrias ou atividades estão livres de sua influência, mas a atividade mais diretamente afetada é a agricultura. A produção de grãos vem crescendo bastante no Brasil, porém, para aumentá-la, não é suficiente somente a ampliação das fronteiras agrícolas. É necessário aumentar a produtividade do setor rural, com novas técnicas de plantio, seleção de novos cultivares e, principalmente, utilização mais racional dos recursos naturais e das condições climáticas. Os modelos agrometeorológicos e a interpretação de dados climáticos relacionados com o crescimento, desenvolvimento e produtividade das culturas fornecem informações que permitem ao setor agrícola tomar importantes decisões, tais como: melhor planejamento do uso do solo, adaptação de culturas, monitoramento e previsão de safras, controle de pragas e doenças estratégias de pesquisa e planejamento (LAZINSKI, 1993). A pressuposição dos modelos agrometeorológicos é que os elementos climáticos, associados às características do local exercem um certo controle na produtividade agrícola, interferindo com sua eficiência produtiva, tentando demonstrar que a produção final é função da produtividade potencial da cultura e sua interação com os elementos meteorológicos. Portanto, um bom modelo agrometeorológico, além de considerar o clima como fator limitante de produção agrícola, analisa a sua relação com a fase fenologia em que a cultura se encontra, levando em conta, portanto, a sua susceptibilidade a determinados eventos climáticos e sua capacidade de onerar a produtividade naquele instante. O presente trabalho teve por objetivo testar o modelo agrometeorológico, proposto por DOOREMBOS & KASSAM (1979), de estimativa da produtividade da soja em escala municipal e estadual, procurando-se relacionar a produtividade medida pelo IBGE nos Estados de Goiás, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo nos anos de 1995 à 2000, com a estimada por meio do modelo agrometeorológico.
dc.descriptionCBAgro 2005.
dc.identifierIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROMETEOROLOGIA, 14., 2005, Campinas. Agrometeorologia, agroclimatologia e agronegócio: anais. Campinas: UNICAMP, 2005. 2 p.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/9059
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/456332
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectModelo agrometeorológico
dc.subjectClima
dc.subjectSoja
dc.titleUtilização de um modelo agrometeorológico na estimativa de produtividade da cultura da soja no Estado de São Paulo.
dc.typeResumo em anais e proceedings

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