Avaliação da resistência a doenças e produtividade em mandioca.
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Nesse trabalho 26 clones de mandioca para a indústria foram comparados às testemunhas Baianinha, Cascuda, Fécula Branca, Formosa e IAC 90, em DBC, nos anos agrícolas 2013-14 e 2014-15. O espaçamento adotado foi de 0,90 m x 0,70 m, e as parcelas foram de 20 plantas no primeiro ano e 40 no segundo. Entre os meses de fevereiro e março, realizaram-se as avaliações do ataque de bacteriose (Xanthomonas axonopodis pv manihotis) e superalongamento (Sphaceloma manihoticola), por meio de uma escala de notas variável de 1 a 4. Na colheita, aos 10 meses, avaliaram-se o porte das plantas, a produtividade de raízes (t.ha-1), o teor de amido (%) e a partir desses, calculou-se a produtividade de amido. Os dados foram submetidos ao teste F da análise de variância e as médias dos tratamentos foram agrupados pelo teste de Scott-Knott a 5% de probabilidade.As médias de sintomas de bacteriose e superalongamento foram semelhantes entre os clones avaliados e as testemunhas. Quanto à produtividade de amido, 12 dos 26 clones avaliados (46,15%) tiveram médias de PAM classificadas no grupo superior, cuja média geral é igual a 10,70 t.ha-1. Entre as testemunhas, apenas a IAC 90 apresentou média de PAM (10,36 t.ha-1) no grupo superior. As médias das demais testemunhas formaram o grupo cujo valor médio foi de 7,34 t.ha-1. Clones com desempenho adequado quanto ao porte e a resistência a doenças e produtividade de amido superior à média das testemunhas foram identificados, indicando que têm potencial para serem cultivados na região Centro-Sul.
Palabras clave
Plant diseases, Mandioca, Doença de planta, Cassava
