Sobrevivência, crescimento e produtividade de plantas de erva-mate produzidas por miniestacas juvenis e por sementes.
| dc.contributor | Delmar Santin, Universidade do Estado de Santa Catarina; IVAR WENDLING, CNPF; Eliziane Luiza Benedetti, Instituto Federal de Santa Catarina; Divercindo Morandi, Tortelli Plantas Ornamentais; Danilo Martin Domingos, Empresa Suzano Papel e Celulose. | |
| dc.creator | SANTIN, D. | |
| dc.creator | WENDLING, I. | |
| dc.creator | BENEDETTI, E. L. | |
| dc.creator | MORANDI, D. | |
| dc.creator | DOMINGOS, D. M. | |
| dc.date | 2015-10-14T11:11:11Z | |
| dc.date | 2015-10-14T11:11:11Z | |
| dc.date | 2015-10-14 | |
| dc.date | 2015 | |
| dc.date | 2016-02-11T11:11:11Z | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-07T03:26:26Z | |
| dc.description | O estabelecimento de ervais com mudas propagadas por semente, sem critérios de seleção de matrizes, pode levar à baixa produtividade e qualidade do produto, sendo o uso de clones selecionados uma alternativa para superação deste problema. Com base nisso, este trabalho objetivou avaliar a sobrevivência, o crescimento e a produtividade da erva-mate em plantio estabelecido com mudas propagadas por miniestaquia e por semente. O experimento foi instalado com quatro tratamentos: testemunha (propagada por semente) e três procedências (Bituruna, Cruz Machado e São Mateus do Sul) propagadas por miniestaquia em nível de progênies. Avaliou-se a sobrevivência durante 12 meses, o crescimento por 24 meses e a produtividade aos três e cinco anos pós-plantio. Os métodos de propagação e as procedências não influenciaram a sobrevivência, obtendo-se média de 90% nesta característica, 12 meses após o plantio. O crescimento em altura total e diâmetro do colo foi semelhante entre procedências ao longo de 24 meses, sendo apenas a procedência Bituruna significativamente inferior em altura. A produtividade da segunda colheita foi, em média, sete vezes maior que a primeira para todas as procedências. Na segunda colheita, as plantas propagadas por miniestaquia produziram mais que as propagadas por sementes. A produção de mudas de erva-mate por miniestaquia de propágulos juvenis demonstra ser adequada, pois proporcionou maior produtividade de erva-mate comercial, de folha e massa total. Ervais estabelecidos com mudas propagadas por esta tecnologia produzem mais folhas e galhos finos e menor quantidade de galhos grossos em relação às propagadas por semente. | |
| dc.identifier | Ciência Florestal, Santa Maria, v. 25, n. 3, p. 571-579, jul./set. 2015. | |
| dc.identifier | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1026355 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/123456789/433950 | |
| dc.language | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Erva mate | |
| dc.subject | Melhoramento florestal | |
| dc.subject | Silvicultura clonal | |
| dc.subject | Produção de mudas | |
| dc.subject | Espécie Nativa | |
| dc.subject | Ilex Paraguariensis | |
| dc.title | Sobrevivência, crescimento e produtividade de plantas de erva-mate produzidas por miniestacas juvenis e por sementes. | |
| dc.type | Artigo de periódico |
