Respostas fotossintéticas de dois clones de cajueiro anão precoce sob cultivo irrigado e não irrigado.
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O cajueiro (Anacardium occidentale L.) constitui uma cultura de elevada importância econômica e social para o nordeste brasileiro. Embora o cajueiro seja conhecido por sua tolerância à falta de água, para a maximização de sua produção faz-se necessária o uso de irrigação durante a fase reprodutiva, que coincide com a estação seca. Objetivou-se neste trabalho avaliar o efeito da irrigação nas trocas gasosas de plantas de cajueiro anão precoce dos clones CCP 76 e BRS 189, sob cultivo irrigado e não irrigado. As plantas com dois de idade foram cultivadas na estação experimental da Embrapa Agroindústria Tropical em Paraipaba, Ceará. As medidas de fotossíntese líquida (A), transpiração (g 5) e condutância estomática (E) foram realizadas mensalmente no periodo de setembro de 2006 a fevereiro de 2007, entre 9:00 e 12:00 h, em condições de temperatura, umidade do ar e radiação ambiental, sendo esta última saturante. As medições foram feitas em folhas totalmente expandidas situadas na periferia da copa (folhas de sol) e na parte interna do dossel (folhas de sombra), com o auxílio de um analisador de gás no infravermelho (IRGA). O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, num fatorial 2x2x2 com o primeiro fator representando os clones, o segundo os tipos de folhas e o terceiro os tratamentos. Cada tratamento consistiu de 4 repetições, com 4 plantas por repetição. Os dados obtidos foram analisados e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de significância. Os resultados revelaram que a A, E e g 5 foram menores no mês de setembro, nas folhas de sombra. Houve redução significativa da A das folhas de sol no mês de novembro. A irrigação não provocou mudanças significativas na fotossíntese das
Palabras clave
Cajueiro anão-precoce, Fotossíntese, Irrigação
