Biodegradação do herbicida atrazina por linhagens de Penicillium e Eupenicillium.

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O herbicida atrazina [2-cloro-4-(etilamino)-6-isopropilamina)-5triazina] e usado em varias culturas agrícolas em todo mundo e, devido a sua detecção em águas superficiais e subterrâneas, sua degradação e metabolismo são objetos de estudos por parte de muitos laboratórios. O objetivo do presente estudo foi identificar e caracterizar microrganismos degradadores de atrazina, isolados de solos. Dentre os microrganismos isolados, vinte e nove fungos filamentosos, pertencentes aos gêneros Penicillium e Eupenicillium, foram capazes de degradar o herbicida, quando crescidos em meio de cultura contendo atrazina como única fonte de carbono. Uma linhagem de P.crustaceum foi capaz de degradar mais de 90% em apenas 7 dias. A extração foi feita com acetato de etila e o consumo da atrazina avaliado através de Cromatografia Gasosa com Detecção Termiônica especifica a nitrogênio e fósforo. Uma formulação a base de alginato, caulin e esporos de Penicillium crustaceum foi desenvolvida, cuja viabilidade alcançou um período de seis meses, a temperatura ambiente. Estudos sobre biodegradação no solo com o produto granulado estão sendo acompanhados, assim como dados sobre caracterização citológica e genética do fungo degradador serão discutidos.

Palabras clave

Biodegradação, Fungo, Herbicida

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