Viabilidade polínica de Eucalyptus spp. com corantes específicos.
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A hibridação tem sido intensivamente empregada nos programas de melhoramento genético desse gênero e contribuído, significativamente, para o incremento da produtividade com a incorporação de características específicas de adaptação aos materiais de interesse para o plantio. Todavia a produção de híbridos, requer a polinização controlada com pólen de qualidade, adequadamente manuseado e viável nessa ocasião. Portanto, a estimativa da viabilidade é essencial. O objetivo do presente estudo foi definir uma metodologia rápida e acurada para determinar a viabilidade do pólen de Eucalyptus usando corantes específicos. Com essa finalidade, utilizou-se o cloreto de 2,3,5, trifeniltetrazólio (TTC) nas concentrações (0,5 g.L-1, 1,0 g.L-1 e 1,5 g.L-1) com períodos de incubação de 15, 30, 45, 60, 90 e 120 minutos, e também anilina azul em lactofenol (1 g.L-1) nos períodos de incubação de 5, 10, 15, 30, 45 e 60 minutos. O cloreto de 2,3,5 trifeniltetrazólio expressou a melhor viabilidade polínica, com 15 e 30 minutos, apresentando um valor muito próximo da germinação, com correlação de 0,96. Portanto, é um corante potencial para analisar a viabilidade polínica de E. urophylla e E. brassiana. Para o corante azul em lactofenol, o período de imersão de 45 a 60 minutos mostrou melhores resultados. No entanto, como esse corante superestimou a viabilidade em 20%, em comparação à germinação in vitro, não se recomenda o seu uso nas concentrações e períodos utilizados nesse trabalho, sendo aconselhado pesquisas com novas concentrações e período de incubação.
Palabras clave
Germinação do pólen in vitro, Tetrazólio, Anilina azul em lactofenol, Polinização controlada, In vitro pollen germination, Blue aniline in lactophenol, Controlled pollination, Colorimetria, Colorimetry, Tetrazolium
