Biopirataria na Amazônia: como reduzir os riscos?

dc.contributorALFREDO KINGO OYAMA HOMMA, CPATU.
dc.creatorHOMMA, A. K. O.
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2011-04-10T11:11:11Z
dc.date2009-12-16
dc.date2005
dc.date2013-04-29T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-06-30T23:30:50Z
dc.descriptionA melhor forma de combater a biopirataria na Amazônia é conseguir transformar os recursos da biodiversidade em atividades econômicas para gerar renda e emprego para a sua população. A fragilidade da economia extrativa em que se baseia a maioria dos produtos da biodiversidade amazônica constitui em um convite a biopirataria. A formação de um parque produtivo local competitivo e a sua verticalização inibiria a sua transferência para outras partes do mundo. Há necessidade de desmistificar a biodiversidade potencial, dar maior atenção para a biodiversidade do passado e do presente (fontes da biopirataria) e, entender as limitações da economia extrativa. A conservação e a preservação da biodiversidade amazônica vai depender da utilização das áreas já desmatadas, da recuperação das áreas que não deveriam ter sido destruídas, de maiores investimentos em C&T e de infra-estrutura social. Os recursos da biodiversidade amazônica com maior interesse econômico seriam as plantas medicinais, aromáticos, inseticidas e corantes naturais. Dessa forma, a histeria com relação a biopirataria na Amazônia esconde dois graves problemas: ocultar a gravidade real do problema e a outra buscar uma efetiva solução.
dc.identifierAmazônia: Ciência & Desenvolvimento, Belém, PA, v. 1, n. 1, p. 47-60, jul./dez. 2005.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/578134
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/383412
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectBiopirataria
dc.subjectProteção intelectual
dc.subjectBiodiversidade
dc.subjectAmazonia
dc.titleBiopirataria na Amazônia: como reduzir os riscos?
dc.typeArtigo de periódico

Archivos