Macroelementos em peixes de rios da Amazônia Oriental: estudo de caso na Região de Integração de Carajás.

dc.contributorPEDRO EMMANUEL SANTOS SOUSA, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA; MÔNIA MARIA CARVALHO DA SILVA, INSTITUTO EVANDRO CHAGAS; DEIMID RODRIGUES DA SILVA, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA; MARIA CAROLINA SARTO FERNANDES RODRIGUES, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA; JOAO ELIAS LOPES F RODRIGUES, CPATU; MAURICIO WILLIANS DE LIMA, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA.
dc.creatorSOUSA, P. E. S.
dc.creatorSILVA, M. M. C. da
dc.creatorSILVA, D. R. da
dc.creatorRODRIGUES, M. C. S. F.
dc.creatorRODRIGUES, J. E. L. F.
dc.creatorLIMA, M. W. de
dc.date2024-10-04T18:54:57Z
dc.date2024-10-04T18:54:57Z
dc.date2024-10-04
dc.date2022
dc.date.accessioned2026-06-30T23:53:51Z
dc.descriptionO objetivo deste estudo foi avaliar as concentrações de cálcio (Ca), potássio (K), sódio (Na) e magnésio (Mg) na água e em peixes de rios da Região de Integração de Carajás, Amazônia Oriental. As coletas foram realizadas entre maio e junho de 2015, nos municípios de Parauapebas, Canaã dos Carajás e Marabá, no estado do Pará. Foram selecionadas 14 áreas para a obtenção de amostras de água e exemplares de peixes, totalizando 53 exemplares. A quantificação dos teores de Ca, K, Mg e Na foi obtida por espectrometria de emissão óptica de plasma acoplada indutivamente (ICP-OES). As correlações de Spearman foram calculadas entre o conjunto de macroelementos presentes nas águas superficiais e no músculo das espécies de peixe. Houve grande variabilidade nas concentrações dos macroelementos das águas superficiais das áreas analisadas. Nos peixes, as concentrações médias de Ca (mg kg-1) foram: piaus (4498,77) > curimatã (3281,17) > tambaqui (2826,74) > acará (2405,15) > piranha (2385,65). As concentrações de K (mg kg-1) foram: piranha (15953,6) > piaus (15239,6) > curimatã (13393,3) > tambaqui (13069,2) > acará (11593,9). O Mg (mg kg-1) foi de: piaus (1256,96) > piranha (1109,59) > acará (1102,58) > curimatã (1036,87) > tambaqui (1007,07). O Na (mg kg-1) foi de: piaus (2998,06) > tambaqui (2820,95) > piranha (2747,43) > acará (2711,95) > curimatã (2125,17). O rio Parauapebas possui concentrações mais elevadas de Ca, K, Mg e Na comparadas àquelas encontradas nos rios Igarapé Gelado e Tapirapé. Os peixes analisados absorveram níveis diferentes de macroelementos, na ordem de K > Ca > Na > Mg para todas as espécies analisadas. Sob mesma condição de habitat, o piau apresentou maior capacidade de absorver Ca, K, Na e Mg da água comparado ao curimatã. As concentrações de Ca no músculo dos peixes são influenciadas significativamente pelas concentrações de Ca na água dos rios.
dc.identifierRevista Acadêmica Ciência Animal, v. 20, e20005, 2022.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1167810
dc.identifierhttps://doi.org/10.7213/acad.2022.20005
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/392784
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectBioacumulação
dc.subjectElementos-traço
dc.subjectÍons na água
dc.subjectMacroelemento
dc.subjectÁgua
dc.subjectPeixe
dc.subjectCálcio
dc.subjectPotássio
dc.subjectSódio
dc.subjectMagnésio
dc.titleMacroelementos em peixes de rios da Amazônia Oriental: estudo de caso na Região de Integração de Carajás.
dc.typeArtigo de periódico

Archivos