Caracterização morfológica da semente e da plântula de bacurizinho (Rheedia acuminata (Ruiz et pav.) Plachon et Triana - Clusiaceae).
| dc.contributor | WALNICE MARIA O DO NASCIMENTO, CPATU; JOSE EDMAR URANO DE CARVALHO, CPATU; CARLOS HANS MÜLLER, CPATU. | |
| dc.creator | NASCIMENTO, W. M. O. do | |
| dc.creator | CARVALHO, J. E. U. de | |
| dc.creator | MÜLLER, C. H. | |
| dc.date | 2014-04-17T11:11:11Z | |
| dc.date | 2014-04-17T11:11:11Z | |
| dc.date | 2014-04-17 | |
| dc.date | 2002 | |
| dc.date | 2016-12-12T11:11:11Z | |
| dc.date.accessioned | 2026-06-30T23:38:23Z | |
| dc.description | O bacurizinho é uma espécie frutífera do gênero Rheedia, nativa da Amazônia, e raramente cultivada, pois seus frutos, embora comestíveis, apresentam polpa escassa. Os estudos com o bacurizinho visam a sua utilização como porta-enxerto, redutor de porte para outras espécies do gênero Rheedia e Garcinia que apresentam altura elevada, como o bacuripari (Rheedia macrophylla Planchon et Triana- Clusiaceae) e o mangostão (Garcinia mangostana L.). Este trabalho teve como objetivo caracterizar, morfologicamente, a semente e a plântula dessa espécie. A semente é exalbuminosa, bitegumentada, com a testa de coloração marrom, apresentando vários feixes vasculares bem visíveis, distinguindo-se por sua coloração um pouco mais clara. O hilo é arredondado, de coloração escura, com pequena região mais clara ao centro, correspondendo no ponto de entrada de feixe vascular. A micrópila situa-se próxima ao hilo, sobre uma pequena protuberância triangular. O embrião é anômalo, hipocotilar e é representado unicamente por um longo eixo hipocótilo-radícula, sendo os cotilédones diminutos, aparecendo apenas na extremidade superior no lado oposto da micrópila. Durante a germinação, ocorre primeiramente a emergência de delgada raiz primária, no pólo oposto onde será originado o epicótilo. Essa raiz cresce aproximadamente 5-7cm e cessa, fenecendo posteriormente. Por ocasião da emergência do epicótilo, ocorre ao mesmo tempo a formação de uma raiz adventícia, na base do epicótilo, bem mais robusta que a anterior e que se constituirá no sistema radicular da planta. Precedendo a abertura do primeiro par de metáfilos, desenvolvem-se no epicótilo três pares de catafilos opostos e de coloração esverdeada. A germinação é hipógea e a plântula do tipo criptocotiledonar. | |
| dc.identifier | Revista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabal, v. 24, n. 2, p. 555-558, ago. 2002. | |
| dc.identifier | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/984786 | |
| dc.identifier | http://dx.doi.org/10.1590/S0100-29452002000200055 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/123456789/386734 | |
| dc.language | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Bacurizinho | |
| dc.subject | Fruto da Amazônia | |
| dc.subject | Hipogeal | |
| dc.subject | Criptocotiledonar | |
| dc.title | Caracterização morfológica da semente e da plântula de bacurizinho (Rheedia acuminata (Ruiz et pav.) Plachon et Triana - Clusiaceae). | |
| dc.type | Artigo de periódico |
