Extrativismo em Sergipe: a vulnerabilidade de um modo de vida?

dc.contributorDALVA MARIA DA MOTA, CPATU
dc.contributorEMANUEL OLIVEIRA PEREIRA, INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA.
dc.creatorMOTA, D. M. da
dc.creatorPEREIRA, E. O.
dc.date2013-05-16T11:11:11Z
dc.date2013-05-16T11:11:11Z
dc.date2013-05-16
dc.date2008
dc.date2013-05-16T11:11:11Z
dc.date.accessioned2026-06-30T23:35:45Z
dc.descriptionEste artigo discute como as mudanças na estrutura produtiva das áreas litorâneas do Estado de Sergipe influenciam o modo de vida das populações tradicionais, cujas bases econômicas estão centradas na agricultura de subsistência, pesca artesanal, artesanato e extrativismo de produtos vegetais e animais. A valorização do solo, a especulação imobiliária e a conseqüente degradação das áreas de restinga e manguezal, advindas com as atividades turísticas, a expansão urbana e a carcinicultura, representam ameaças para essas populações e suas estratégias de reprodução social fortemente vinculadas ao meio ambiente e, por isso, vulneráveis. Ainda discute-se aqui a necessidade da intervenção pública visando assegurar o acesso das populações tradicionais aos recursos naturais necessários à garantia da sua sobrevivência.
dc.identifierRaízes, v. 27, n. 1, p. 71-79, jan./jun. 2008.
dc.identifierhttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/958157
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/385593
dc.languagepor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectExtrativismo
dc.subjectPopulações tradicionais
dc.subjectDesenvolvimento Sustentável
dc.titleExtrativismo em Sergipe: a vulnerabilidade de um modo de vida?
dc.typeArtigo de periódico

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